quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Marlene Dietrich


É uma das figuras mais enigmáticas da história do Cinema.
Marie Magdalene Dietrich nasceu na Alemanha em 1901, e só perto dos 30 anos chega aos Estados Unidos como “resposta” da Paramount ao tremendo sucesso de Greta Garbo. Torna-se a “musa” do grande realizador Josef von Sternberg, com quem roda “O Anjo Azul”, que a tornaria mundialmente célebre.
E se os papéis que protagonizava nas telas encantavam as plateias, a sua vida pessoal alimentava os jornais e a rádio, dando-lhe uma projecção invulgar para a época.
Sofisticação, magnetismo, sensualidade. Uma combinação explosiva na actriz, conjugada com atributos femininos e masculinos.
“Não interessa se és homem ou mulher. Faço amor com qualquer pessoa que ache atraente”, disse um dia, alimentando as especulações.
Para além do “The Blue Angel” já referido, saliento entre os seus filmes mais conhecidos, “Morocco”, “Shangai Express”, “Destry Rides Again” e “Witness for the Prosecution”.
Inimiga feroz de Hitler, recusou várias propostas alemãs para voltar ao seu país e aí filmar.
Marlene Dietrich morreu em Paris, em 1992.

5 comentários:

Andréa Weber disse...

seu blog é realmente muito instrutivo, estou recomendando aos meus alunos para conhecerem estes icones tão especiais
grande beijo

teresamaremar disse...

Para mim Dietrich é Lili Marleen!


Aqui...

http://www.youtube.com/watch?v=RCRMdh7kXQs&eurl=http%3A%2F%2Fwww%2Ealmacarioca%2Ecom%2Ebr%2Farte191%2Ehtm

divina! Arrepiante! :)

[muito interessante o comentário anterior pela recomendação dos icones aos alunos]

Pedrita disse...

volte e meia pego um filme com ela na tv a cabo. maravilhosa mesmo. beijos, pedrita

encanto/elisabete disse...

Fantástica atriz!

Saudades!

Rui Luís Lima disse...

olá josé quintela soares!
Marlene Dietrich é um ser único no universo cinematográfico, por um lado teremos sempre as famosas pernas, mas por outro ela é a musa de Sternberg, a quem tudo deve. Depois politicamente falando tornou-se a mais odiada alemã na Alemanha durante a guerra, com as suas actuações na frente de combate para as tropas alemães. Inesquecível o final de "Marrocos" seguindo descalça atrás das tropas da legião ou melhor desse grande amor na figura de Cary Cooper. Depois há sempre essa obra derradeira chamada simplesmente "Marlene" e realizada por Maximilian Schell em que ela dá voz, mas não o corpo.
abraço cinéfilo.
paula e rui lima

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