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domingo, 14 de agosto de 2011

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Nomenclaturas...


Já tinha ouvido chamar-lhe muita coisa...mas "chifres"...é a primeira vez.

(Revista "Cinéfilo", 1929).

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Com acompanhamento...


Em 1929, para muito boa gente, artistas de teatro eram pessoas de reputação algo duvidosa... e o facto de, por exemplo, ser corista no Parque Mayer era sinónimo de completa perdição...
O cinema dava os primeiros passos em Portugal, aproximava-se o "sonoro", e neste invulgar anúncio da "Lisboa-Film", verifica-se a extrema cautela com que se procuram "intérpretes femininas".
"É da máxima conveniência fazerem-se acompanhar de pessoas de família"...para que não persistissem dúvidas sobre a seriedade do objectivo em causa.
Muito curioso.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Mudo e Sonoro

Pelos vistos, os primeiros tempos do “sonoro” não foram consensuais em Portugal.
Muito curiosos os resultados deste inquérito levado a cabo pela revista “Cinéfilo” em 1929.
Façam "click" na imagem para uma melhor leitura.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

1934


Em 1934, na revista "Cinéfilo", "H.da Costa, Lda" publicitava-se nestes termos, seguramente bem apoiada no poder vigente...

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

1933


Em 1933, na revista "Imagem", a Companhia dos Telefones aliciava desta maneira futuros assinantes, dando os números de vedetas do Cinema e de Companhias ligadas ao ramo.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

1933


Assim se anunciava, no Porto, o filme "A Canção de Lisboa", em 1933.
Mesmo nos primórdios do sonoro em Portugal, é de uma "pobreza franciscana"...mas era o País que tinhamos....


(Foto da revista "Imagem")

terça-feira, 19 de maio de 2009

"Charlot"



1921.
Chaplin chegava a Londres.
E o delírio da multidão é bem evidente nas imagens.
Sem televisão e Internet, os artistas de Cinema eram os ídolos, fazendo furor em qualquer lado. As viagens demoravam eternidades, tornando assim episódicas as visitas dos “astros”.

Outros tempos.
Por maior que seja a “estrela” dos nossos dias, chega a qualquer aeroporto e terá, quanto muito, meia dúzia de repórteres das televisões.
Também neste aspecto, o consumismo devorou o estatuto de vedeta.


(Revista “ABC” de 1921)

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