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quarta-feira, 4 de março de 2009

As Musas de Bergman (8)


Com Liv Ullmann (nasceu em 1939) termino esta breve resenha sobre as principais “musas” de Bergman.
E faço-o, provavelmente, com “a” musa.
Contrariamente a todas as outras, Ullmann não é sueca, mas norueguesa, muito embora tenha nascido, por mero acaso, em Tóquio.
Estreou-se no cinema com “Persona”, em 1966, o primeiro de dez filmes em que trabalhou sob a orientação do Mestre, que viria a ser seu marido.
Para muitos, Liv Ullmann é sinónimo de Bergman.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

As Musas de Bergman (7)

Filha de um pescador, Ingrid Thulin(1926-2004) entrou no “Royal Dramatic Theatre” de Estocolmo em 1948, aí permanecendo muitos anos, até que Bergman a descobriu.
O seu primeiro filme conjunto é “The Magician” em 1958, mas os sesu maiores êxitos são “Winter Light”, “The Silence” e principalmente “Cries and Whispers”, filme em que a sua interpretação é verdadeiramente notável.
Há quem a considere no lote das três melhores actrizes suecas, a par de Greta Garbo e Ingrid Bergman. Pessoalmente, entendo que é arriscado fazer comparações, mas é verdade que Ingrid Thulin foi excepcional.
E também há quem defenda que nenhuma outra “musa” de Bergman (nem mesmo Liv Ullmann) soube tão bem passar para as telas a complexidade feminina que o grande realizador colocava nas suas personagens.
Ingrid Thulin. Uma das maiores musas.


terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

As Musas de Bergman (6)



Birgitta Andersson é o seu verdadeiro nome, e nasceu em 1935 em Estocolmo.
Como quase todas as musas de Bergman estudou na "Royal Dramatic Theatre School" daquela cidade.
Poucos saberão que a primeira colaboração de Andersson com Bergman surge num anúncio de 1951, feito para um detergente. Seria a partir daí que faria parte de inúmeros elencos do Mestre sueco.
Quem a esquece em “Smiles of a Summer Night”, “Wild Strawberries” ou “Persona”?
Certamente ninguém.
Bibi Andersson é um dos rostos “bergmanianos” mais conhecidos.
Porque, acima de tudo, tem muito talento.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

As Musas de Bergman (5)

Ulla Jacobsson (1929-1982).
Trabalhou fugazmente com Bergman, mas bastaria “Sorrisos de uma Noite de Verão” para a catapultar para a fama.
Começou no teatro na sua cidade natal, Gotemburgo, e só aparece nos ecrans no princípio dos anos 60, em papéis que em muito tentavam explorar as cenas de nu, o que, invariavelmente, tem consequências quase sempre nefastas na carreira de quem pretende ser uma actriz, na verdadeira acepção do termo. Talvez por isso, perdeu-se depois em filmes de segunda série.
Morreu com 53 anos.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

As Musas de Bergman (4)

Harriet Andersson.
Nascida em 1932, era “moça de elevador” quando Bergman a conheceu no princípio dos anos 50, aí começando um romance e a saída da jovem sueca do anonimato. A tal ponto que o realizador escreveu, para ela, “Mónica e o Desejo”, filme que marca a sua estreia.
Seria o primeiro de muitos de estreita colaboração entre os dois, apesar de a sua ligação amorosa ter sido curta.
Ainda há bem pouco tempo a vimos em “Dogville” de Lars von Trier.
Uma das grandes “divas” do Mestre.




sábado, 24 de janeiro de 2009

As Musas de Bergman (3)


Maj-Britt Nilsson (1924-2006) participou em apenas três filmes de Bergman, no princípio dos anos 50, mas foram os suficientes para deslumbrar as plateias e integrar, por direito próprio, a galeria das “notáveis” neste universo de estrelas criado pelo grande realizador sueco. Não fora ele, e muitas das grandes actrizes daquele país teriam circunscrito a sua fama ao Norte da Europa.
Maj-Britt, tal como muitas outras divas de Bergman, tinha a “escola” do “Royal Dramatic Theater” de Estocolmo, cidade onde nasceu.
Esta preparação básica, e absolutamente fulcral na carreira cinematográfica das grandes actrizes do Mestre, justifica a sua escolha, e a qualidade de representação patenteada nos filmes, nomeadamente nas relações tensas que o realizador cria entre casais, entre familiares, entre amigos.
Maj-Britt Nilsson.
A terceira musa.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

As Musas de Bergman (2)




Eva Dahlbeck (1920-2008).
Actriz de méritos bem firmados na Suécia, é Bergman que a “internacionaliza” nos anos 50, o que aliás, aconteceria em muitos casos, como mais tarde veremos.
Estreou-se em 1942 e despediu-se das telas em 1970, quando muito haveria a esperar do seu talento. No entanto, o apelo da literatura foi mais forte, e Eva tornou-se uma escritora de sucesso, quer na poesia quer em romance, e mesmo em argumentos para filmes.
Eva Dahlbeck.
A segunda Musa.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

As Musas de Bergman (1)

Durante décadas, encheram o imaginário de Ingmar Bergman, e o nosso. E as telas.
As suas Musas.
Muitas.
Falamos hoje da primeira, Mai Zetterling (1925-1994).
Mai Elisabeth Zetterling, seu nome completo, estreou-se com o Mestre em 1944, fazendo o seu primeiro filme (“Hets” – “Tormentos”), aí começando uma série de películas em conjunto.
Filmou durante toda a vida, participou em dezenas de filmes, foi igualmente realizadora a partir dos anos 60, mas a sua imagem sempre permaneceu como a da jovem que Bergman mostrou.




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