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terça-feira, 4 de setembro de 2012

Bastou um filme...


Michael Clarke Duncan, assim se chamava este actor que impressionava pelo porte físico.
Mas não só.
Quem viu "The Green Mile" não esquece o seu brilhante desempenho, que lhe valeu uma nomeação para Actor Secundário.
Morreu agora, aos 54 anos.
Mas esse filme perpetua-o.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Borgnine


Morreu ontem, com 95 anos.
Um secundário que todos conheciam, sem a fama das estrelas, com as quais contracenava sem complexos.
Simples, grande e talentoso.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Dean.


Um mito.
A 30 de Setembro de 1955, ao morrer, eternizou-se.
Sem saber e sem querer, protagonizou o seu melhor papel, trágico e denso, sem direito a prémios mas universal.
O talento consolidava-se aos 24 anos, a fama rápida acelerou o processo, a "Fúria de Viver" esfumava-se num instante irreflectido, e não só "A Leste do Paraíso" permanece a recordação de um "Gigante".

sábado, 30 de julho de 2011

Tão novinhos...


1960, em Cannes.
Quem são?

sábado, 2 de julho de 2011

Plummer e Tolstoi


"The Last Station" mostra-nos os últimos e conturbados tempos de vida de Tolstoi.
No papel principal, e com um desempenho extraordinário, está Christopher Plummer, muito bem acompanhado por Helen Mirren, soberba.
Já não está em exibição em nenhum Cinema, mas se encontrarem o dvd, vejam.
Porque não há muitos Mestres na arte de representar.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Virgílio Teixeira



Há pouco mais de um ano, escrevi neste espaço a propósito deste actor português, hoje desaparecido.

"Virgílio Teixeira foi um caso notável do panorama cinematográfico português.Muito esquecido nos nossos dias, importa recordar que, para além de uma das figuras mais populares em Portugal, rodou muito mais filmes em Espanha do que no seu país, e mesmo Hollywood chamou-o muitas vezes.Contracenou com Richard Burton, Rita Hayworth e muitos outros grandes nomes das telas, em Espanha era, indiscutivelmente, cabeça de cartaz, interpretando sempre papéis de galã, muito em voga nas décadas de 40 e 50.Torna-se conhecido em Portugal em 1945, quando roda “José do Telhado”, e dois anos depois, ao lado de Amália, no célebre “Fado”.A partir daí, o actor vive mais tempo no estrangeiro, face aos convites que lhe chegavam, tornando-o um dos primeiros actores portugueses ( a par com António Vilar) a criar estatuto de “ídolo” além-fronteiras. E isto não é exagero. Basta ler as críticas espanholas da época.Virgílio Teixeira nasceu no Funchal, a 26 de Outubro de 1917."

Tinha 93 anos.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Um grande Actor

Quem é este galã?

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Embriagado?



"Ela não tem talento nenhum, e nunca fez nada de especial".

Depardieu referindo-se a Binoche.

Estaria embriagado?

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Pernell Roberts


Pernell Roberts, o “Adam” da célebre e saudosa “Bonanza”, morreu com 82 anos.
Era o sobrevivente da “Família Cartwright” que preenchia as noites de sábado da nossa meninice.
Depois de “Ben” (Lorne Greene, 1915-1987), “Hoss” (Dan Blocker, 1928-1972) e “Little Joe” (Michael London, 1931-1991), a “Ponderosa” ficou agora, definitivamente, sem dono, mas perdurará, estou certo, na memória de todos os que tiveram o privilégio de assistir a essa série inesquecível.

domingo, 29 de novembro de 2009

Vasco Santana


Lisboa assistira a poucos funerais com uma moldura humana tão impressionante.
Vasco Santana era uma figura popular, de todos conhecida, actor enorme, cujo talento estava longe de se consubstanciar à pessoa gorducha e, como tal, propiciadora de riso mais fácil.
O seu desaparecimento, em 1958, provocou natural consternação, e esta fotografia demonstra-o.
Repare-se como Vasco Morgado pousa a mão na urna, em gesto respeitoso e amigo, nas expressões de Ribeirinho, Erico Braga, António Lopes Ribeiro, Barroso Lopes e Rogério Paulo, para não falar já em Henrique Santana, seu filho.
E povo, uma multidão anónima de admiradores entristecidos, no cemitério dos Prazeres.


(Foto do Arquivo Fotográfico da CML)

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Bruce Dern


Nem sempre o talento é reconhecido nos grandes noticiários cinematográficos. Talvez porque quem o tem não necessite de se alcandorar aos patamares da promiscuidade jornalística, comum nestes bastidores do espectáculo.
Bruce Dern é um caso típico.
Não faz parte da galeria dos “grandes”, mas ao longo da sua carreira tem construído personagens dificilmente imitáveis.
Bastaria lembrar as suas interpretações em “They Shoot Horses, Don’t They?” (1969), “The King of Marvin Gardens”(1972), e “Coming Home” (1977). Este último valeu-lhe uma nomeação para Melhor Actor Secundário.
É pai da actriz Laura Dern.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Rodolfo Valentino


Vale a pena ler esta notícia, publicada na Revista “ABC” em 1926, sobre o funeral de Rodolfo Valentino.
Nem parece escrita naquela época.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Van Johnson


Van Johnson (1916-2008), de seu nome completo Charles Van Johnson, não foi uma primeira figura do cinema americano, mas as suas interpretações, em papéis secundários, nas décadas de 40 e 50, impuseram-no como quase indispensável em muitas produções.
Na verdade, terá mesmo aproveitado a ausência de grandes actores na Guerra, para cimentar o seu lugar na MGM, companhia para a qual trabalhou muitos anos.
O seu primeiro filme data de 1940, “Too Many Girls”, e seriam “A Guy Named Joe”, “The Caine Mutiny”, “The Last Time I Saw Paris”, mas principalmente “Brigadoon” (1954), de Vincente Minnelli, que o tornariam famoso.
Participou em mais de oitenta películas, e como homenagem à sua carreira, tem uma “estrela” no “Walk of Fame” em Hollywood.
Ei-lo a dançar com Lucille Ball, no programa que esta mantinha na televisão.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

"Os Três Estarolas"




“Os Três Estarolas” fazem parte dos meus ídolos de infância, nas célebres “matinées” infantis, aos domingos, às 18 horas.
Os “Three Stooges” eram Larry Fine (1902-1975), Moe Howard (1897-1975) e Jerome Lester Horwitz ( 1903-1952). Quando este último morreu foi substituido por Shemp Howard, irmão de Moe,(1895-1955) mas faleceria em 1955, sendo o seu lugar ocupado por Joe Besser(1907-1988). O último a completar o trio seria Curly Joe DeRita (1909-1993).
Ri até às lágrimas com este trio, naquela idade em que se acha graça a tudo, mesmo a alguma falta de talento. Na verdade, a “alma” dos “Stooges” era Moe (foto em baixo), e mesmo este, analisando à distância, não poderia ser classificado como um “grande” actor.
Mas cumpriram perfeitamente o seu papel.
Em todo o mundo, as crianças deliravam com as suas tropelias, os seus azares, a parvoíce elevada ao extremo, os bolos que acertavam nas caras dos cómicos, as quedas, as palmadas com que se agrediam.
As crianças do meu tempo divertiam-se assim.

domingo, 28 de setembro de 2008

Paul Newman (1925 - 2008)

"Não se pode ser tão velho como eu sou sem acordar todas as manhãs com um sorriso no rosto: “ Meu Deus, ainda cá estou!”. É absolutamente fantástico como sobrevivi a todo o fumo, todos os carros e à carreira”.


Até ontem.

sábado, 20 de setembro de 2008

Jack Palance


Pelo aspecto do seu rosto, fazia sempre papel de “mau da fita”.
Na verdade, a sua face quase assustava os miúdos como eu, que acreditavam mesmo que aquele homem era assim na vida real.
Jack Palance (1919-2006).
Sabíamos que Palance fora “boxeur” antes de entrar no mundo do espectáculo. Na verdade, aquele nariz, farto de ser esmurrado, não enganava. Mas ignorávamos que não fora essa circunstância a principal causa daquele aspecto. O actor, durante a II Guerra mundial, ao serviço da aviação americana, teve um acidente no ar, o avião começou a arder, e Palance mal teve tempo de se ejectar. Seguiu-se um calvário de inúmeras operações plásticas, cujo resultado final, segundo opinião dos médicos e do próprio Jack, foi “um milagre”.
Óscar para Actor Secundário em 1991, com “City Slickers”, já havia sido nomeado, na mesma categoria, em 1952 e 1953.
Palance participou em cerca de 40 filmes, desde 1950 até à sua morte. Filmes como “Shane”, “Barrabas”, e “The Professionals” contaram com a sua interpretação.
Penso que Jack Palance, não sendo uma estrela, conseguiu arranjar o seu lugar na Sétima Arte, com trabalho e sacrifício.
O resto era o rosto.

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Alan Arkin

Apenas oito actores foram nomeados para a categoria de “Melhor Actor” pela Academia, no seu primeiro filme. Alan Arkin (n. 1934) é um deles (“Vêm Aí os Russos”, 1966). Quarenta anos depois ganharia o de Melhor Secundário, pelo seu extraordinário, ainda que curto, papel em “Little Miss Sunshine”, cuja “brilhante” tradução em português foi “Família à Beira de um Ataque de Nervos”…
Mas o que bem poucos sabem, é que este notável actor é um elogiado escritor de livros infantis, tendo ganho inúmeros prémios.
Versátil, é capaz de interpretar dramas ou comédias com a naturalidade própria dos talentosos, sendo igualmente realizador.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Kevin Spacey



Para mim, um actor deve ter carisma, isto é, distinguir-se dos outros, e é por essa razão que nem todos o são. Interpretar filmes não chega para se ser actor. É necessário bem mais.
Kevin Spacey é um grande actor.
E se já em “American Beauty” tem uma interpretação portentosa, que dizer do seu papel em “Seven”? E quem o esquece em “The Usual Suspects”? E em tantos outros grandes sucessos.
Há pouco tempo, numa conferência de imprensa, Spacey afirmou:
“É suposto convencê-los, durante as duas horas de um filme, que sou um qualquer personagem. Mas se vocês souberem tudo sobre a minha vida, se pensam conhecer todos os meus segredos íntimos, como conseguirei convencê-los de que sou outra personagem?”
Kevin Spacey ganhou o Oscar para melhor Secundário em 1995 (“The Usual Suspects”) e o de melhor Actor em 1999 com “American Beauty”.
Acredito que ganhará mais no futuro.
Vejam neste pequeno clip a facilidade tremenda, que até parece fácil, com que Spacey imita outros grandes actores.

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Sean Penn

Nascido em 1960, Sean Penn não é apenas mais um entre muitos.
É um grande actor.
Bastaria lembrá-lo em “Dead Man Walking”, “I Am Sam”, “The Interpreter” ou no extraordinário “Mystic River”, premiado pela Academia com o Oscar.
Bem cedo deixou de ser conhecido como o marido de Madonna, para se afirmar como um actor talentoso. E as suas campanhas em favor de causas que são suas convicções granjearam-lhe respeito. Não é qualquer figura pública que, após as trágicas inundações em New Orleans, abandona o conforto de casa e vai ajudar a resgatar corpos, protestando dessa forma contra a pouca rapidez das acções de ajuda humanitária às populações atingidas.
E não é qualquer actor que escreve, num jornal como o “Washington Post”, uma carta aberta crítica ao Presidente Bush, quando se esperava o ataque ao Iraque.
Sean Penn.
Um grande Senhor.

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Gerard Depardieu


Terceiro de seis filhos de um casal muito humilde, sendo o pai analfabeto e alcoólico, Gerard (nasceu em 1948) bem cedo abandonou a escola e fugiu de casa, entrando facilmente na marginalidade, e sendo inclusivamente detido por roubo, quando ainda adolescente. Até que uma assistente social conseguiu convencê-lo a fazer testes no Teatro Nacional Popular em Paris.
Em boa hora, porque a partir de então, Depardieu não mais parou, tornando-se num dos maiores e mais respeitados actores da sua geração. O seu primeiro papel em cinema surge em 1965, mas só a partir dos anos 80 ganha reputação.
Ganhou por duas vezes o “Cesar” e foi nomeado para “Oscar” por “Cyrano”, uma interpretação memorável.
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