terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Nomeações para Oscar
Escolhas muito difíceis.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
domingo, 24 de outubro de 2010
sábado, 16 de janeiro de 2010
3 Anos!
"Arte Sétima" tem pensado em tudo isto.
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Bénard da Costa
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
2 anos
De Cinema.
De uma visão do Cinema.
2 anos.
Filmes, actores, realizadores.
Admirados deste lado do écran, “companheiros” constantes de muitas horas.
2 anos.
De visitas e comentários que muito agradeço.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Bénard da Costa

Uma delas é, seguramente, João Bénard da Costa, que agora vai abandonar a direcção da Cinemateca Portuguesa, onde esteve quase três décadas.
Na senda de Félix Ribeiro e de Luís de Pina, realizou um trabalho extraordinário, que os cinéfilos mais interessados conhecem.
“Abriu” a Cinemateca ao público, tornou-a um espaço em que nos sentimos bem, diversificado, onde podemos assistir a projecções fantásticas de preciosidades esquecidas, a Ciclos de enorme interesse, consultar a Biblioteca repleta de tesouros, adquirir livros sobre Cinema na livraria pequena mas simpática, um restaurante com esplanada, enfim, uma estrutura digna, respeitada e séria.
Conhecedor profundo, apaixonado pelo Cinema, Bénard da Costa construiu tudo isto sem grandes holofotes, sem ribaltas de projecção mediática, preferindo uma discreta posição nos bastidores, mas agindo e concretizando.
Vai fazer muita falta, não só à Cinemateca, mas fundamentalmente ao Cinema.
A escolha do seu sucessor, que tudo indica será Pedro Mexia, foi sua, indiscutivelmente. Daí que o benefício da dúvida se reduza, dado não se conhecer obra relevante do futuro director. Mas Bénard da Costa lá sabe.
Aqui fica uma modesta homenagem a uma figura ímpar do Cinema Português, um Homem Culto e dedicado.
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
domingo, 21 de dezembro de 2008
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
"10 Vilões"

Louise Fletcher – Voando sobre um Ninho de Cucos (foto em cima)
Jack Nicholson – Shine
Malcolm McDowell – Laranja Mecânica
Glenn Close – Atracção Fatal
Simone Signoret – As Diabólicas ( foto em baixo)
Bette Davis – O que Aconteceu a Baby Jane
Marlon Brando – Um Eléctrico Chamado Desejo
Stephen Boyd – Ben Hur
Anne Baxter - Eve
Edward G. Robinson – Paixões em Fúria (Key Largo)

domingo, 10 de fevereiro de 2008
Tobis

Fundada a 3 de Junho de 1932, com o nome de “Companhia Portuguesa de Filmes”, a Tobis ocupa, na Quinta das Conchas, ali bem perto do Lumiar, um terreno de vinte mil metros quadrados.
Sabem qual foi o capital inicial? 2 milhões de escudos, o que, para a época, era uma fortuna.
Este “Estúdio 1”, que aqui retrato, tinha pontes próprias para a colocação de projectores, quadros distribuidores de energia eléctrica e moderna aparelhagem que permitia a montagem simultânea de grandes cenários. O piso superior era ocupado pelos camarins dos actores, sala de caracterização e sala de projecção.
O primeiro filme produzido pela Tobis foi “A Canção de Lisboa”, a que se seguiram, entre outros, “As Pupilas do Senhor Reitor”, “João Ratão”, “Ala-Arriba”, “O Costa do Castelo” e “O Leão da Estrela”.
Ou seja, ficou para sempre ligada aos grandes êxitos da Comédia portuguesa.
Hoje em dia, com actividades diversificadas, nela se restauram muitos arquivos cinematográficos que, de outra forma, se perderiam para sempre.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Classe!
sábado, 2 de fevereiro de 2008
Carnaval no Cinema
O filme é "fraquinho", mas foi um enorme sucesso em Portugal, pela ousadia de algumas cenas, e por alguns dos intérpretes, como Jacqueline Bisset e Mickey Rourke.
Mas esta cena do “Carnaval” é excelente.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
1 ano.
Escrevi no primeiro dia:
“Blogues sobre cinema há muitos. “Arte Sétima” será mais um, mas diferente. Não quer concorrer com nenhum outro, pelo que se distinguirá nas informações menos conhecidas do público, nas curiosidades, nos bastidores. Homenageará as figuras que mais me influenciaram, que mais admirei, que mais contribuíram para a devoção que tenho pelo Cinema. Perspectivará o que de mais importante irá acontecer, mas não perderá tempo com vidas íntimas de actores e actrizes, “dramas” cor-de-rosa que as revistas noticiam com deleite. Destacará o cinema que se fez em Portugal, os seus protagonistas, quem fez dele alguma coisa. Mãos à obra!”
Obrigado a todos os que, lendo-o e comentando-o, me têm incentivado.
Continuemos!
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
Domingos, 19 horas
Hoje vou falar de televisão.Melhor, dos domingos às 19 horas na RTP Memória, espaço que se vai consagrando como o melhor de toda a programação, creio eu.
Tivemos as “Histórias da Música”, que António Victorino de Almeida nos contou na Viena dos anos 70, e que seria interessante, tantos anos volvidos, serem escutadas por muitos dos responsáveis (?) pela Cultura deste país, tal a frieza da análise, a lógica do raciocínio e a facilidade de comunicação na crítica velada, justificada na altura por uma suposta mais branda censura que Marcelo Caetano permitiu. Pelo programa passaram os grandes compositores, as suas vidas e obras, os instrumentos, o ensino da música, a realidade de um país que nada tinha a ver com o Portugal “pequenino”.
Depois, Nemésio e o “Se Bem me Lembro”, igualmente dos anos 70, em que o Mestre disserta sobre variados assuntos, com a autoridade catedrática que lhe advinha de forma espontânea, que nem mesmo o sotaque terceirense conseguia quebrar o interesse. Cada palestra era uma lição, intemporal, magistral.
E agora João Villaret, série de programas realizados em 1959, em que o grande actor, o melhor português até hoje a recitar poesia (novamente a minha opinião), nos deleita com uma variedade de poemas e poetas, em interpretações cuidadas como se em palco estivesse.
Domingos, 19 horas, na RTP Memória.
Gravador e dvd prontos.
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
Cinema em televisão
Adiante.
Sou um “consumidor” dos agora chamados canais “TVCine” da TV Cabo. Entre muito lixo que passam, salvam-se sempre, diariamente, uma meia dúzia de bons filmes, que vejo ou revejo.
Mas o que não tenho a mínima paciência é para ver qualquer filme nos canais abertos.
Façam a experiência.
Para além dos horários idiotas, pois só passam as fitas depois das intermináveis telenovelas ou “reality shows” (muito eu gosto desta expressão….), ao fim de 15 minutos surge um intervalo de vinte, mais meia hora de película e mais vinte minutos de publicidade, e ainda uma vez mais até ao final. Isto é, como cada filme ronda, em média, os 100 minutos, há que acrescentar 60 de anúncios. E com tudo isto, são 3 da madrugada….
Há muito que desisti.
E creio que não fui só eu.
terça-feira, 23 de outubro de 2007
"Lápis Azul"
Há pouco tempo, sentado numa das pequenas salas de um Centro Comercial à espera que o filme começasse, recordei os tempos em que, igualmente sentado no meu lugar, aguardava o início da sessão.Para aí chegar, havia sido conduzido por um arrumador, que a troco de uma gorjeta me dava o “programa”, em que se podiam ler algumas linhas sobre o filme, intérpretes e realizador.
Quando a luz se apagava, surgia um “documentário”, “O Mundo em Notícias” vindo do Brasil…ou então sobre a visita do “Chefe de Estado” a um qualquer lugar sem importância alguma.
Depois vinha o filme. Que era interrompido a meio para o intervalo.
No “foyer” dos cinemas fumava-se, ia-se ao bar, viam-se as montras/expositores, até soar o “gong”, sinal de que o filme iria recomeçar.
Era assim.
Hoje, é frequente os lugares nem serem marcados, os arrumadores desapareceram, “programas”…. idem, intervalo fugiu.
Em compensação temos cheiro a pipocas, coca-cola, e o barulho da sala ao lado.
Mas não temos os filmes censurados.
Só por isso…vale a pena o "sacrifício".
terça-feira, 16 de outubro de 2007
Assim nasceu o "Oscar"
No final dos anos 20 do século passado, a construção de uma casa para o todo poderoso Louis B.Mayer desencadearia a criação do “Oscar” da Academia.É verdade.
O pessoal necessário exigiu salários fabulosos, e o patrão da MGM, muito preocupado na época com o aparecimento do sonoro , entendeu que tal exigência era mais um ataque, ainda que camuflado, à indústria cinematográfica.
Reuniu alguns dos seus colaboradores, e passou-lhes a mensagem que seria conveniente criar uma associação que congregasse todos os elementos da Indústria cinematográfica, para melhor a defender.
Umas semanas depois, juntaram-se num jantar produtores, realizadores, actores, argumentistas e técnicos, que formaram a “International Academy of Motion Pictures Arts and Sciences”.
Mayer não fez a “coisa” por menos e declarou-se Presidente…e logo ali nasceu a ideia de premiar quem mais se dedicasse à causa do Cinema.
Assim nasceu o “Oscar”, entregue pela primeira vez em 1927/28.
Sabem que aquando da II Guerra Mundial, por falta de metais, a estatueta foi feita em gesso? E que mesmo a “normal” não vale mais que 500 euros?

