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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Natal 2010

Desejo a todos um Bom Natal.

domingo, 24 de outubro de 2010

Facebook

Terei o maior prazer em receber-vos na minha página do Facebook:

É aqui.

sábado, 16 de janeiro de 2010

3 Anos!

Este blogue completa hoje 3 anos.
Tempo de algum balanço.
O Cinema atravessa, na minha opinião, uma das suas piores crises de sempre.
Basta verificar os grandes sucessos actuais, para nos apercebermos das limitações várias, das quais gostaria de destacar a falta gritante de qualidade (leia-se talento) de muitos dos grandes protagonistas, elevados à condição de vedetas sem grande esforço.
As pequenas salas onde se vê Cinema, não esgotam, longe disso.
Os dvd, salvação derradeira de um negócio em apuros, que os clubes de video sustentaram durante anos, estão em franco declínio.
Resta a televisão, mas todos sabemos que Cinema...é no Cinema.


"Arte Sétima" tem pensado em tudo isto.
E tem consultado inúmeros outros blogues de Cinema, muitos dos quais são cópias exactas de outros.
Vamos continuar, mas alterando algo do rumo.
Como verificarão, se continuarem a ter a gentileza de o visitar.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Bom 2010 !



Desejo a todos um bom 2010 !

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Bénard da Costa



João Bénard da Costa.
1935-2009.

O Cinema português mais pobre.
Lugar-comum, mas verdadeiro neste caso.
Muito mais pobre, diria.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

2 anos

2 anos.
De Cinema.
De uma visão do Cinema.

2 anos.
Filmes, actores, realizadores.
Admirados deste lado do écran, “companheiros” constantes de muitas horas.

2 anos.
De visitas e comentários que muito agradeço.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Bénard da Costa


Figuras importantes no Cinema português, há poucas.
Uma delas é, seguramente, João Bénard da Costa, que agora vai abandonar a direcção da Cinemateca Portuguesa, onde esteve quase três décadas.
Na senda de Félix Ribeiro e de Luís de Pina, realizou um trabalho extraordinário, que os cinéfilos mais interessados conhecem.
“Abriu” a Cinemateca ao público, tornou-a um espaço em que nos sentimos bem, diversificado, onde podemos assistir a projecções fantásticas de preciosidades esquecidas, a Ciclos de enorme interesse, consultar a Biblioteca repleta de tesouros, adquirir livros sobre Cinema na livraria pequena mas simpática, um restaurante com esplanada, enfim, uma estrutura digna, respeitada e séria.
Conhecedor profundo, apaixonado pelo Cinema, Bénard da Costa construiu tudo isto sem grandes holofotes, sem ribaltas de projecção mediática, preferindo uma discreta posição nos bastidores, mas agindo e concretizando.
Vai fazer muita falta, não só à Cinemateca, mas fundamentalmente ao Cinema.
A escolha do seu sucessor, que tudo indica será Pedro Mexia, foi sua, indiscutivelmente. Daí que o benefício da dúvida se reduza, dado não se conhecer obra relevante do futuro director. Mas Bénard da Costa lá sabe.
Aqui fica uma modesta homenagem a uma figura ímpar do Cinema Português, um Homem Culto e dedicado.

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

2009

Feliz Ano Novo para todos.

domingo, 21 de dezembro de 2008

Natal 2008

Desejo a todos um Bom Natal.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

"10 Vilões"



A convite de Sam (Keyzer Soze’s Place), eis a lista dos meus “10 vilões” preferidos.


Louise Fletcher – Voando sobre um Ninho de Cucos (foto em cima)
Jack Nicholson – Shine
Malcolm McDowell – Laranja Mecânica
Glenn Close – Atracção Fatal
Simone Signoret – As Diabólicas ( foto em baixo)
Bette Davis – O que Aconteceu a Baby Jane
Marlon Brando – Um Eléctrico Chamado Desejo
Stephen Boyd – Ben Hur
Anne Baxter - Eve
Edward G. Robinson – Paixões em Fúria (Key Largo)

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Tobis



Fundada a 3 de Junho de 1932, com o nome de “Companhia Portuguesa de Filmes”, a Tobis ocupa, na Quinta das Conchas, ali bem perto do Lumiar, um terreno de vinte mil metros quadrados.
Sabem qual foi o capital inicial? 2 milhões de escudos, o que, para a época, era uma fortuna.
Este “Estúdio 1”, que aqui retrato, tinha pontes próprias para a colocação de projectores, quadros distribuidores de energia eléctrica e moderna aparelhagem que permitia a montagem simultânea de grandes cenários. O piso superior era ocupado pelos camarins dos actores, sala de caracterização e sala de projecção.
O primeiro filme produzido pela Tobis foi “A Canção de Lisboa”, a que se seguiram, entre outros, “As Pupilas do Senhor Reitor”, “João Ratão”, “Ala-Arriba”, “O Costa do Castelo” e “O Leão da Estrela”.
Ou seja, ficou para sempre ligada aos grandes êxitos da Comédia portuguesa.
Hoje em dia, com actividades diversificadas, nela se restauram muitos arquivos cinematográficos que, de outra forma, se perderiam para sempre.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Classe!



Classe pura!
Eis como classificar o gesto de Jamie Lee Curtis, após a "graça" que o apresentador quiz ter na entrega dos Oscares, há uns anos.

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Carnaval no Cinema

Lembram-se de “Orquídea Selvagem”?
O filme é "fraquinho", mas foi um enorme sucesso em Portugal, pela ousadia de algumas cenas, e por alguns dos intérpretes, como Jacqueline Bisset e Mickey Rourke.
Mas esta cena do “Carnaval” é excelente.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

1 ano.

1 ano de “Arte Sétima”.

Escrevi no primeiro dia:

“Blogues sobre cinema há muitos. “Arte Sétima” será mais um, mas diferente. Não quer concorrer com nenhum outro, pelo que se distinguirá nas informações menos conhecidas do público, nas curiosidades, nos bastidores. Homenageará as figuras que mais me influenciaram, que mais admirei, que mais contribuíram para a devoção que tenho pelo Cinema. Perspectivará o que de mais importante irá acontecer, mas não perderá tempo com vidas íntimas de actores e actrizes, “dramas” cor-de-rosa que as revistas noticiam com deleite. Destacará o cinema que se fez em Portugal, os seus protagonistas, quem fez dele alguma coisa. Mãos à obra!”


Obrigado a todos os que, lendo-o e comentando-o, me têm incentivado.
Continuemos!

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Domingos, 19 horas

Hoje vou falar de televisão.
Melhor, dos domingos às 19 horas na RTP Memória, espaço que se vai consagrando como o melhor de toda a programação, creio eu.
Tivemos as “Histórias da Música”, que António Victorino de Almeida nos contou na Viena dos anos 70, e que seria interessante, tantos anos volvidos, serem escutadas por muitos dos responsáveis (?) pela Cultura deste país, tal a frieza da análise, a lógica do raciocínio e a facilidade de comunicação na crítica velada, justificada na altura por uma suposta mais branda censura que Marcelo Caetano permitiu. Pelo programa passaram os grandes compositores, as suas vidas e obras, os instrumentos, o ensino da música, a realidade de um país que nada tinha a ver com o Portugal “pequenino”.
Depois, Nemésio e o “Se Bem me Lembro”, igualmente dos anos 70, em que o Mestre disserta sobre variados assuntos, com a autoridade catedrática que lhe advinha de forma espontânea, que nem mesmo o sotaque terceirense conseguia quebrar o interesse. Cada palestra era uma lição, intemporal, magistral.
E agora João Villaret, série de programas realizados em 1959, em que o grande actor, o melhor português até hoje a recitar poesia (novamente a minha opinião), nos deleita com uma variedade de poemas e poetas, em interpretações cuidadas como se em palco estivesse.
Domingos, 19 horas, na RTP Memória.
Gravador e dvd prontos.


quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Cinema em televisão

Não é nem parecido…ver um filme em televisão. E ainda que as pessoas saibam bem que é verdade, a vida quotidiana não incentiva muito que depois do jantar, se saia de casa para ir ao cinema. Já nem falo do preço dos bilhetes, do preço do parque de estacionamento, do cheiro pestilento a pipocas, do seu mastigar pelo vizinho do lado, do frio ou calor que esteja.
Adiante.
Sou um “consumidor” dos agora chamados canais “TVCine” da TV Cabo. Entre muito lixo que passam, salvam-se sempre, diariamente, uma meia dúzia de bons filmes, que vejo ou revejo.
Mas o que não tenho a mínima paciência é para ver qualquer filme nos canais abertos.
Façam a experiência.
Para além dos horários idiotas, pois só passam as fitas depois das intermináveis telenovelas ou “reality shows” (muito eu gosto desta expressão….), ao fim de 15 minutos surge um intervalo de vinte, mais meia hora de película e mais vinte minutos de publicidade, e ainda uma vez mais até ao final. Isto é, como cada filme ronda, em média, os 100 minutos, há que acrescentar 60 de anúncios. E com tudo isto, são 3 da madrugada….
Há muito que desisti.
E creio que não fui só eu.

terça-feira, 23 de outubro de 2007

"Lápis Azul"

Há pouco tempo, sentado numa das pequenas salas de um Centro Comercial à espera que o filme começasse, recordei os tempos em que, igualmente sentado no meu lugar, aguardava o início da sessão.

Para aí chegar, havia sido conduzido por um arrumador, que a troco de uma gorjeta me dava o “programa”, em que se podiam ler algumas linhas sobre o filme, intérpretes e realizador.
Quando a luz se apagava, surgia um “documentário”, “O Mundo em Notícias” vindo do Brasil…ou então sobre a visita do “Chefe de Estado” a um qualquer lugar sem importância alguma.
Depois vinha o filme. Que era interrompido a meio para o intervalo.
No “foyer” dos cinemas fumava-se, ia-se ao bar, viam-se as montras/expositores, até soar o “gong”, sinal de que o filme iria recomeçar.
Era assim.

Hoje, é frequente os lugares nem serem marcados, os arrumadores desapareceram, “programas”…. idem, intervalo fugiu.
Em compensação temos cheiro a pipocas, coca-cola, e o barulho da sala ao lado.

Mas não temos os filmes censurados.
Só por isso…vale a pena o "sacrifício".


terça-feira, 16 de outubro de 2007

Assim nasceu o "Oscar"

No final dos anos 20 do século passado, a construção de uma casa para o todo poderoso Louis B.Mayer desencadearia a criação do “Oscar” da Academia.
É verdade.
O pessoal necessário exigiu salários fabulosos, e o patrão da MGM, muito preocupado na época com o aparecimento do sonoro , entendeu que tal exigência era mais um ataque, ainda que camuflado, à indústria cinematográfica.
Reuniu alguns dos seus colaboradores, e passou-lhes a mensagem que seria conveniente criar uma associação que congregasse todos os elementos da Indústria cinematográfica, para melhor a defender.
Umas semanas depois, juntaram-se num jantar produtores, realizadores, actores, argumentistas e técnicos, que formaram a “International Academy of Motion Pictures Arts and Sciences”.
Mayer não fez a “coisa” por menos e declarou-se Presidente…e logo ali nasceu a ideia de premiar quem mais se dedicasse à causa do Cinema.
Assim nasceu o “Oscar”, entregue pela primeira vez em 1927/28.
Sabem que aquando da II Guerra Mundial, por falta de metais, a estatueta foi feita em gesso? E que mesmo a “normal” não vale mais que 500 euros?

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