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segunda-feira, 27 de junho de 2011

1972


Ao centro, está Polanski.
Fácil.
Mas...quem são os outros dois?
Pista: actores ingleses.
Em 1972.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Monicelli


Seguiu o exemplo do pai. Suicidou-se.
Saltou do 5º andar do hospital onde estava internado, em estado terminal, aos 95 anos.
Trágica morte para um Mestre da comédia.
Contraste absoluto.
Mario Monicelli foi 5 vezes candidato a Oscar de melhor Realizador, e dirigiu mais de 65 películas, algumas das quais integram, por direito próprio, a galeria de honra da chamada "comédia à italiana".

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Hitchcock


O Mestre faria hoje 111 anos.
Mas morreu em 1980.
Morreu?
Acho que não.
Basta rever qualquer dos seus filmes, para nos apercebermos da sua imortalidade.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Manoel de Oliveira


Manoel de Oliveira era um "português fotogénico".
Pelo menos, era considerado como tal em 1929.

(Revista "Cinéfilo".)

terça-feira, 23 de março de 2010

Um "Mestre"


Akira Kurosawa (1910-1998).

No seu Centenário.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Rohmer 1920 - 2010



Cinquenta e sete anos a realizar filmes.
O primeiro em 1950, “Journal d’un Scélérat”, o último em 2007, “Les Amours d’Astrée et Céladon”. E filmes inesquecíveis como “Ma Nuit Chez Maud”, “Le Genoux de Claire”, “La Femme de l’Aviateur” ou os “Contes” das estações do ano.

Rohmer.
Uma obra consistente e coerente, sem facilitismos ou acomodações.
O cinema perde uma referência, mas os seus filmes testemunham o génio.
Eternamente.

terça-feira, 10 de junho de 2008

Dino Risi



Quem diria que Dino Risi era psiquiatra?
E que os começos da sua carreira como realizador de cinema foram muito pouco prometedores?
Mas o seu talento impor-se-ia rapidamente, pela utilização inteligente do estilo de vida italiano na crítica social bem-humorada. Para o que igualmente muito contribuiu ser ele praticamente o autor de todos os guiões dos seus filmes.
Durante 40 anos, Dino Risi foi figura cimeira do cinema italiano.
Vittorio Gassman, Laura Antonelli, Ugo Tognazzi, e muitos outros ficarão com os seus nomes ligados a este realizador, que agora nos deixou.
Não há dúvida.
O cinema ficou ainda mais pobre.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Sydney Pollack. The End.


"A literatura, a pintura, a fotografia, a dança, a arquitectura, há um aspecto de quase todas as formas de arte que é útil e emerge nos filmes.

Produzi os meus próprios filmes durante vinte anos – o que significa que tive de falar com menos pessoas….

Ao princípio, não acreditei ter a sorte suficiente para fazer desta profissão o meu modo de vida."

domingo, 30 de março de 2008

Anthony Minghella

Aos 54 anos, desaparece este competente realizador britânico.
Deixa-nos “O Paciente Inglês”, mas não só, também “Cold Mountain” e “Truly Madly Deeply”, por exemplo.

O cinema mais pobre.
Novamente.

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Spielberg

“Jaws”
“Close Encounters of the Third Kind”
“Indiana Jones”
“E.T.”
“The Colour Purple”
“Hook”
“Schindler’s List”
“Jurassic Park”
“A.I. Artificial Intelligence”
“The Terminal”
“Munich”

Simplesmente…Spielberg.

A lista seria bem mais extensa, se necessário fosse.
Os génios são incapazes de fazer algo errado, ou mal. Ou fraco.
E é preferível nem escrever muito sobre eles.
Agradecer-lhes apenas.

sábado, 15 de setembro de 2007

Antonioni


Licenciado em Economia e Gestão pela Universidade de Bolonha.
Assistente de Rossellini em 1942.
Realiza o seu primeiro filme em 1950, “Cronaca de un Amore”, que passou despercebido.
Colabora com Fellini no argumento de “The White Sheik” em 1952.
Primeiro grande triunfo internacional em 1960, “L’Avventura”, que retrata, na perfeição, a dificuldade de comunicação entre os homens, tema que o acompanhará ao longo de toda a sua carreira.
E a partir deste filme, os sucessos foram muitos.
Bastaria lembrar “ La Notte”, “L’Eclisse”, “Il Deserto Rosso”, “BlowUp”, “Professione: Reporter” e “Identificazione de una Donna”.
Mas a razão principal do sucesso deste grande realizador, reside sem dúvida, nos filmes que rodou nos anos 60.
Eles revelam o génio criador de Antonioni.

Michelangelo Antonioni (1912 – 2007).
Combinou com Ingmar Bergman, e partiram juntos.
Grandes conversas irão ter!

domingo, 9 de setembro de 2007

Ingmar Bergman

“Fiz alguns filmes maus que, no entanto, me são queridos. Realizei também filmes, objectivamente considerados bons, que me são indiferentes. Outros estão submetidos, o que é cómico, às minhas mudanças de conceitos. Por vezes, acontece alguém dizer-me : “Oh! Eu adoro esse filme!”. Nestes casos, sinto grande satisfação, e passo a gostar também do filme.
Uma coisa não posso negar: orgulho-me de um filme como “Da Vida das Marionetas”. É que este filme ainda hoje se impõe.”

Ingmar Bergman




Passadas umas semanas sobre o desaparecimento deste Mestre, e quando muitos que lamentaram a sua morte nunca mais se lembrarão dele… nada melhor que ler as suas palavras para destacar um entre dezenas de excelentes filmes.
“Da Vida das Marionetas”.

Rodado em 1979, no período em que Bergman esteve na Alemanha, o filme aborda a vida de um casal, as frustrações do marido, que logo no princípio comete um crime. A intensidade das emoções, a definição do perfil psicológico do personagem, os seus recalcamentos encobertos, o modo como tudo isto se reflecte no relacionamento com a mulher, as consultas ao psicanalista, os diálogos, os planos.
Bergman ao seu melhor nível.


Tem razão o Mestre ao salientar este filme no conjunto da sua obra.
Cada uma das suas histórias vê-se e revê-se. Muitas vezes, e sempre com o prazer inicial.

Ingmar Bergman.
Sueco, europeu, universal.

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Fernando Lopes

“Belarmino”.
1964.
Tempo dos três “F” (Fado, Futebol e Fátima).
Cinzentismo triste.
Analfabetismo reinante.

E este filme, abordando o dia-a-dia de um ídolo do boxe nacional, um campeão que bem poderia ter sido mais do que isso, se não tivesse de lutar diariamente pela sobrevivência.
Fernando Lopes “sacode” o marasmo.
O “Novo” Cinema num país velho.
Filme-documentário duro, realista, a preto e branco.

Depois…alguns anos mais tarde, “Uma Abelha na Chuva”…quase mais uma década e “Crónica dos Bons Malandros”…”O Delfim”….”Lá Fora”…

Fernando Lopes.
Realizador.
Incontornável.

quarta-feira, 9 de maio de 2007

Woody Allen


O seu verdadeiro nome é Allen Stewart Konigsberg (nasceu em 1935).
É realizador, escritor, actor, músico de jazz e argumentista.
Escreve e dirige os seus filmes, onde também é frequentemente a personagem principal. Desde os anos 60 até hoje.
“Annie Hall” foi o seu único filme premiado pela Academia, o que parece uma injustiça tremenda. Mas nestas coisas de Oscares, nem sempre os que perdem são menos bons…
Confesso que Woody Allen, é dele que falamos, é um dos meus ídolos.
De um humor refinado, por vezes cáustico, não precisa de recorrer à sua “fraca” figura para nos levar à gargalhada fácil. Nem sequer à gargalhada.
E curiosamente, prefiro-o como actor. Cria personagens únicas, ímpares, e é isso que distingue os grandes dos que o não são.

“Não tenho medo da morte, apenas não quero lá estar quando acontecer”

Simplesmente Woody Allen!

domingo, 6 de maio de 2007

Stanley Kubrick


Há poucos realizadores como Stanley Kubrick (1928 – 1999).

Em cerca de 50 anos de trabalho, não chegou aos vinte filmes realizados. Só que…nesse período de tempo, surgiram filmes como Spartacus, Lolita, Dr. StrangeLove, 2001 – A Space Odissey, A Clockwork Orange, Barry Lyndon, The Shining, Eyes Wide Shut e A.I. – Artificial Intelligence.
Ou seja, uma obra impressionante de qualidade, variedade de temáticas abordadas, classe.
E nestes filmes de Kubrick brilharam, entre outros, Kirk Douglas, Peter Sellers, Malcolm McDowell, Ryan O’Neal, Jack Nicholson e Nicole Kidman, para referir apenas alguns.

Mais um génio do Cinema!

quinta-feira, 29 de março de 2007

João César Monteiro


Seria excêntrico.
Para alguns, até louco.
Para outros, genial.
Para mim, era tudo isso, uma loucura genial. Diferente.
A primeira vez que João César Monteiro me despertou a atenção foi com “Recordações da Casa Amarela”. Vi o filme, voltei a ver, e fiquei com muita vontade de pesquisar a sua obra. Essa oportunidade surgiu anos mais tarde quando todos os seus filmes foram editados em dvd. Nem hesitei. E vi todos. Sim, mesmo o “Branca de Neve”…
Monteiro percorre, até à exaustão, o modo de ser português, movendo-se na sua Lisboa do quotidiano, sem necessitar de procurar arquétipos, simplesmente filmando o que à sua, à nossa, volta se pode presenciar.
Os seus filmes retratam o “portuga”, o “Zé” do final do século XX.
Burlesco, impiedoso, mas acima de tudo verdadeiro, Monteiro cria igualmente uma linguagem muito própria, que utiliza magistralmente, e que nos surpreende, faz rir, meditar, olhar para nós próprios.
Integra aquela lista de realizadores que se ama ou odeia.
Claramente.
Ele sabia-o. E pouco ou nada se importava com isso.

sábado, 24 de março de 2007

Ingmar Bergman



Desejo.
Morte.
Religiosidade.
A importância da Palavra.

Deste conjunto é composta a obra de Ingmar Bergman (n. 1918).

Filho de um pastor luterano, que lhe impôs uma rígida educação, foi habituado desde criança a conviver com as punições mais humilhantes, sempre que fazia uma asneira. A vergonha e o pecado fazem parte integrante do seu universo.
A sua obra, que classificaria de monumental, assenta num naipe de actores de que nunca abdicou, e que são presença constante ao lado do realizador: Harriet Andersson, Max Von Sydow, Ingrid Thulin, Liv Ullmann, Bibi Anderson, e Gunnar Bjornstrand, ou seja, a “nata” do cinema sueco, com o Mestre.
Não vou nomear aqui qualquer dos seus filmes.
A lista é longa, e quase injusto é excluir algum.
Ou melhor…vou.
“Lágrimas e Suspiros”.
“Morangos Silvestres”.
“Monica e o Desejo”.

sábado, 10 de fevereiro de 2007

Um Génio


Como podem verificar na frase que escolhi para a criação deste blogue, a minha admiração por Orson Welles não tem limites.
Considero-o uma das maiores figuras do Cinema, um homem cuja cabeça funcionava sempre bem, um génio que a tela retrata nas suas múltiplas facetas de realizador, produtor e actor.
Falar dele não é fácil.
Personalidade forte, pensador fecundo, Welles soube estar no “sistema” sem nunca estar…
Para uma pequena perspectiva da sua maneira de encarar o Cinema, o Mundo e a Vida, nada melhor do que “ouvi-lo” nas suas palavras:

“Nascemos, vivemos e morremos sozinhos. Apenas através do amor e da amizade podemos criar a ilusão momentânea de que não estamos sozinhos”.

“Cria o teu próprio estilo visual…deixa-o ser único para ti mesmo e identificável pelos outros”.

“Tenho um grande amor e respeito pela religião, grande amor e respeito pelo ateísmo. O que eu detesto é o agnosticismo, as pessoas que não escolhem”.

“Se as mulheres não existissem, ainda estaríamos numa caverna a comer carne crua, porque fizemos a civilização com o intuito de impressionar as nossas namoradas”.

“Um filme nunca é realmente bom, a menos que a câmara seja um olho na cabeça de um poeta”.

segunda-feira, 29 de janeiro de 2007

John Ford


John Ford.
Nome simples de alguém com muito mau feitio, carrancudo, mas genial.
Quando falamos em “westerns”, lembramos de imediato John Wayne, aquele “monstro sagrado” que fez as delícias da nossa juventude, arrasando os “maus” e impondo a justiça. E logo a seguir lembramos o realizador de tantos desses filmes, John Ford, que tinha em Wayne o seu actor de eleição, ainda que Henry Fonda e John Carradine também estivessem sempre muito ligados ao Mestre.
Em tempo de Óscares, é bom lembrar que, ainda hoje, Ford detém o maior número de galardões alguma vez alcançado por um realizador. Nada menos de 4. E o que é mais curioso, é que nenhum deles premiou uma fita de “cowboys”. Incrível, não é?
Ganhou-os com “O Informador” (The Informer), “As Vinhas da Ira” (The Grapes of Wrath), “O Vale era Verde” (How Green Was My Valley), e “Depois do Vendaval” (The Long Voyage Home).
A pala negra que o caracterizava nos últimos anos da sua vida, e que lhe tapava o olho esquerdo, foi resultado do “bom feitio” de Ford, que aquando de uma operação às cataratas não seguiu os conselhos do médico e retirou o penso à revelia deste.
Como resultado cegou desse lado.
Numa outra ocasião, quando em conferência de Imprensa o então repórter Jean-Luc Godard, a trabalhar para os “Cahiers du Cinema”, lhe perguntou “Como veio para Hollywood”, limitou-se a secamente responder “De comboio!”, deixando perplexo o futuro grande realizador francês.
Enfim, um génio temperamental, com lugar reservado no estrelato universal do Cinema.
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