
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Vergonha

segunda-feira, 29 de março de 2010
"Royal Cine"
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Vergonha

Mas é uma vergonha a degradação a que deixaram chegar o velho “Odeon”, à semelhança do que acontece com o “Paris”, por exemplo.
Para os cinéfilos, seria preferível ver baldios naqueles espaços, em vez deste “espectáculo” aberrante e triste.
Não eram salas de luxo, mas eram Cinemas.
E não mereciam este fim.
terça-feira, 9 de junho de 2009
"Chiado Terrasse"
domingo, 24 de maio de 2009
Glória...

Mesmo em frente, o “Condes” parece recordar, nostálgico, outros tempos em que também servia de residência à mesma “Glória”.
Perdeu a plateia, os balcões, a tela, as máquinas projectoras, e o público, este substituído por outro, diferente e pouco ou nada conhecedor daquele espaço.
“Rock Shop”… lê-se à entrada.
E a Rua dos Condes, onde também existe um apodrecido “Odeon” (que pena aquelas janelas!), para não falar já de um recuperado mas não utilizado “Olímpia”, corre o risco de se transformar na rua dos “Berros”.
De facto, a nobreza já não é o que era….
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Cinemas que Lisboa teve... (7)
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Cinemas que Lisboa teve... (6)
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Cinemas que Lisboa teve... (5)
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Cinemas que Lisboa teve... (4)
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Cinemas que Lisboa teve... (3)
segunda-feira, 28 de julho de 2008
Cinemas que Lisboa teve... (2)

Sala de enormes tradições, o “Império” era um dos grandes cinemas fora da “Baixa”, com uma programação criteriosa.
Nos anos 60, à sala principal veio juntar-se o “Estúdio”, bem lá em cima, sala pequena mas onde se projectaram Ciclos importantíssimos, e que ainda hoje são recordados pelos que tiveram o privilégio de lá estar.
E acrescente-se, porque há muitos que se fazem esquecidos e outros que não sabem porque ninguém lhes explicou, que os filmes iam previamente à Censura, que os mutilava, completamente ou não, ou simplesmente os proibia.
Sei, concretamente, de muitos filmes que nem chegaram ao “Estúdio”, e que apenas puderam ser vistos depois do 25 de Abril.
quarta-feira, 23 de julho de 2008
Cinemas que Lisboa teve... (1)

Os que se recordam deste Cinema, que também tinha um Teatro, não precisarão de grandes explicações sobre o vazio que o desaparecimento desta inolvidável sala de espectáculos, veio criar.
Os mais novos, aqueles que se habituaram a ver no mesmo local um Centro Comercial igual a tantos outros, certamente não dão conta desta falta.
Lembro bem duas ou três curiosidades no “Monumental”.
A estreia de “Zorba”, filme que esteve mais de 1 ano em cartaz (sim, um ano….), a transmissão em directo dos jogos do Mundial de 1966, a preto e branco, com multidões à porta por já não haver lugares, até aos Bailes de Carnaval que atraíam ao “foyer” a juventude engravatada.
E é bom que se recorde igualmente o responsável por este “crime” da demolição do cinema : Engº Krus Abecassis, ao tempo Presidente da Câmara Municipal de Lisboa.
Nem me importam os motivos.
quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
Sem vergonha

Olhei e senti uma revolta tremenda.
É este o estado a que deixaram chegar o velho “Paris”, há anos abandonado e entregue a si próprio, numa agonia sem fim. E sem vergonha.
Não interessa saber de quem é a responsabilidade.
Para quê?
Quem não preserva a sua memória, seguramente nem pensa.
Que triste espectáculo!
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
"Quarteto"

Na pacatez quase provinciana da Lisboa de finais dos anos 60, o aparecimento destas quatro salas de cinema foi um acontecimento.
Não apenas por serem 4 salas juntas, caso até então inédito na cidade.
Foi o “Quarteto” que deu início às chamadas sessões da “meia-noite”.
É bom recordar que a essa hora, para além dos cabarets, não havia quase nenhum local aberto ao público, à excepção do velho “Alfredo”, bem perto da Av. De Roma, palco de muitas ceias após o cinema. E poucos mais. Mas...bons tempos!
Ir ao cinema à meia-noite, e para mais com uma programação diferente da habitual, foi “aventura” que bem poucos quiseram perder.
sexta-feira, 6 de abril de 2007
Cinemas de "reprise"

Lembram-se dos cinemas de “reprise”?
Havia muitos em Lisboa, entre os quais o “Paris”, o “Jardim Cinema”, o “Chiado Terrasse”. Dois filmes por sessão, com intervalo no final do primeiro. Nesse intervalo, um rapazinho novo passeava pela sala com um tabuleiro pendurado ao pescoço, cheio de rebuçados e chocolates. Havia arrumadores, que nos conduziam ao lugar, a troco de uma gorjeta de dez tostões. O bilhete custava cinco escudos.
Lisboa era então dominada pelas grandes salas de cinema, o Monumental, o São Jorge, o Tivoli, o Éden, o Império, o Condes, o São Luiz, salas ditas de “estreia”, onde o bilhete custava doze escudos e cinquenta centavos, só com um filme.
Era assim quando eu era pequeno.
Na Passagem do Ano e no Carnaval, as principais salas organizavam bailes com um conjunto, e enchiam. E aos sábados, a “matinée” infantil, onde reinava o Bugs Bunny, era êxito, pela certa.
Tudo passou.
Vejam na fotografia como o “Paris”, ali na Domingos Sequeira, se encontra, há anos.
Agora temos pequenos estúdios…pipocas, Coca-Cola e…saudades.







