sábado, 16 de junho de 2007

Silvana Mangano


Silvana Mangano.
Este nome, só por si, fazia vibrar de entusiasmo as plateias europeias nos anos 50, tal a beleza desta grande actriz.
Nascida em Roma em 1930, entrou na ribalta com apenas 18 anos, ao interpretar “Arroz Amargo”. Ainda hoje são célebres algumas fotografias desse filme, realizado por Giuseppe de Santis, em que Silvana, de calções nos arrozais, olha para o horizonte com o seu rosto enigmático. Para a época, era de um erotismo arrojado.
O casamento com o produtor Dino de Laurentiis cimentou uma carreira notável, que a levou a trabalhar com os principais realizadores italianos.
São muitos os filmes em que participou. E em todos eles a sua presença é determinante.
Morreu em 1989.
Silvana Mangano.
Ídolo de gerações.

7 comentários:

pedrita disse...

não conheço. beijos, pedrita

José Quintela Soares disse...

Olá pedrita

Podia recomendar-lhe vários filmes de Silvana Mangano para se iniciar.
Escolhendo um...veja "Morte em Veneza".

Repare na interpretação!

Depois diga-me se gostou.

Teresa disse...

Grande actriz!
Lembro-me perfeitamente da morte dela, foi no tempo da "Patada", vieram pôr-me o telex com a notícia em cima da secretária.

Um beijo.

Rui Luís Lima disse...

olá josé quintela soares!
uma pequena coincidência: ontem ao fim da tarde estivemos a rever em dvd "Morte em Veneza" do Visconti e por diversas vezes comparámos a personagem da condessa polaca em Veneza com a mulher de "Arroz Amargo" que vimos recentemente e hoje chegamos aqui e damos com ela no Arte Sétima:)
um abraço cinéfilo e bom domingo
paula e rui lima

José Quintela Soares disse...

Caro Rui Lima

Tem "Arroz Amargo" em dvd?

Nunca encontrei?

Um abraço

Neves de ontem disse...

O filme "Morte em Veneza" é um dos meus favoritos. Bela e grande actriz. Agora Italia não tem estas mulheres o quê?

augusto mauro disse...

este número musical é do filme "Ana", de 1952, em que Silvana Mangano faz o papel de uma noviça trancada a sete chaves num convento, mas que à noite fugia para ir cantar este baião delicioso chamado "Ana" num cabaré da cidade. uma pena não existir mais nenhuma cópia deste filme, muito menos em dvd.

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