quarta-feira, 28 de maio de 2008

Sydney Pollack. The End.


"A literatura, a pintura, a fotografia, a dança, a arquitectura, há um aspecto de quase todas as formas de arte que é útil e emerge nos filmes.

Produzi os meus próprios filmes durante vinte anos – o que significa que tive de falar com menos pessoas….

Ao princípio, não acreditei ter a sorte suficiente para fazer desta profissão o meu modo de vida."

3 comentários:

Anónimo disse...

Bom em todas as capacidades. Sua falta sera, certamente, sentida.

AM

teresamaremar disse...

O cinema, pela técnica e ousadia, sempre foi o palco das artes em diálogo... pintura, literatura, teatro, música, fotografia... construindo novos discursos, (re)escrevendo as palavras.
Por outro lado, porque o cinema é arte dos sentidos, essencialmente de dois sentidos [são a visão e audição que prendem o espectador] precisa inevitavelmente das outras artes, de um texto que lhe sirva de suporte; de uma fotografia, cor e luz, que o engrandeçam; de uma música que lhe dê movimento e enleio... estética a depender de outras estéticas, linguagem pendente de outras linguagens.

Rui Luís Lima disse...

Caro José Quintela Soares!
Partiu um grande cineasta, que nos ofereceu ao longo de décadas filmes que ficam para sempre na nossa memória. Ele partiu, mas a sua obra é eterna!
Abraço cinéfilo
Paula e Rui Lima

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