segunda-feira, 29 de março de 2010

"Royal Cine"


Durante décadas, o “Royal Cine” foi o cinema do bairro da Graça, no tempo em que havia “cinemas de bairro”.
Depois deu lugar a um supermercado.
Do velho cinema restou o relógio de fachada, único sobrevivente de uma sala com História e histórias.

terça-feira, 23 de março de 2010

Um "Mestre"


Akira Kurosawa (1910-1998).

No seu Centenário.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Filmes Revisitados (10)


Nunca me canso de rever “Johnny Guitar”.
Não sei o que aprecio mais, se a extraordinária Joan Crawford (1904-1977), a realização soberba de Nicholas Ray (1911-1979), a fotografia de Harry Stradling, a sempre excelente secundária Mercedes McCambridge (1916-2004) ou o magnífico John Carradine (1906-1988) num modesto mas brilhante papel.
É um “western”, mas é muito mais do que isso. É um drama passional que envolve o espectador, do princípio ao fim, sem interrupções, bastando o olhar de Crawford para chamar a atenção para a força que um grande intérprete pode transmitir em silêncio.
Até Sterling Hayden (1916-1986), que não era um grande actor, no papel de Johnny, parece agigantar-se ao estrelato, tal a companhia de Crawford, McCambridge, Carradine e mesmo de um Ernest Borgnine.
Realizado em 1954, “Johnny Guitar” é um clássico que se revê com admiração.

sábado, 13 de março de 2010

Quem te viu...(9)


Quem é este conhecido e grande actor?

domingo, 7 de março de 2010

Maria de Medeiros

É a actriz portuguesa mais conhecida na Europa.
E afirma, sem “papas na língua”:
“A revolução portuguesa é de uma actualidade incrível. Nesta época sinistra em que nos dizem que se podem construir democracias atirando bombas, matando civis e destruindo países, a “revolução dos cravos” foi a prova de que com diálogo e respeito pode-se criar a paz.”
“Tenho dupla nacionalidade, portuguesa e francesa. Se tivesse que renunciar a ser portuguesa, nunca teria adquirido a francesa. Fi-lo pelas minhas filhas, nascidas em Paris e que eram tratadas como estrangeiras na escola. Forma parte da política de exclusão que existe em França. Uma situação kafkiana”.
Maria de Medeiros.
Palavras com várias direcções…

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Nonagenários (11)


Michèle Morgan, de seu nome verdadeiro Simone Renée Roussel, é uma das maiores figuras do cinema francês, justamente idolatrada no seu país, mas pouco conhecida ou lembrada fora dele. E isto apesar de durante a Segunda Guerra Mundial ter trabalhado em Hollywood, e contracenado, entre outros, com Humphrey Bogart.
Começou em 1935 com “Mademoiselle Mozart”e terminou em 1990 com “Stanno Tutti Bene”, ao lado de Marcelo Mastroianni. Isto é, 55 anos de carreira, não contando as participações em séries televisivas nos anos 90.
Nasceu a 29 de Fevereiro de 1920.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Shirley MacLaine


“Hollywood não é sítio para velhos.
Continua a discriminação, por sexo e por idade. Deveriam ter vergonha pelo que lá se passa. Se não fores um “vampiro” adolescente, não tens nada para fazer. Muitos dos meus colegas veteranos estão completamente “invisíveis”.
Hoje em dia, apenas o gosto do público impera em Hollywood, não interessando se é bom ou grotesco”.

Shirley MacLaine.
Aos 75 anos, desassombrada como sempre, diz em poucas palavras, em entrevista a “El País”, que o “rei vai nu”, o que não sendo novidade para quem acompanha as lides cinematográficas, demonstra verticalidade e carácter, que não abundam nos bastidores do espectáculo.
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