terça-feira, 27 de outubro de 2009

Quem te viu...(2)


E quem é este "atleta", fotografado entre outros dois?

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Quem te viu...(1)





Quem é esta rapariga que posou ao lado de Anthony Perkins?

Vamos lá puxar pela cabeça...

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

1933


Assim se anunciava, no Porto, o filme "A Canção de Lisboa", em 1933.
Mesmo nos primórdios do sonoro em Portugal, é de uma "pobreza franciscana"...mas era o País que tinhamos....


(Foto da revista "Imagem")

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Sabia ? (2)


"O primeiro filme sonoro português nada tem que ver, porém, com a Tobis.
Foi mais uma iniciativa de Leitão de Barros e da sociedade a que se achava ligado (a SUS – Sociedade Universal de Superfilmes).
Para tanto, voltou Barros ao seu velho projecto de adaptar A Severa do mui académico Dantas. Já em 1918 tinha pensado nele e tinha mesmo sondado a grande Ângela Pinto para o papel da protagonista. Agora, não se tratava mais de ir repescar velhas glórias do palco. Para novos tempos e novo cinema, caras novas. A protagonista foi escolhida por concurso, largamente publicitado. A escolha recaiu numa corista de “tipo português” (como o anúncio pedia) que andava pelos palcos desde 1919 mas nunca se fizera notar muito. Era Dina Teresa (1902 – 1985) que esse papel puxaria para uma glória tão intensa quanto efémera. Do teatro só Maria Sampaio (1904 -1988).
Na noite de estreia, 17 de Julho de 1931 no S.Luiz, a multidão encheu a Baixa lisboeta, iluminada por grandes projectores ao longo de todo o percurso.
E o filme – delirantemente aclamado pelo público e pela crítica – esteve em cartaz mais de seis meses, visto só nesse ano por 200 mil espectadores, cifra só batida por um filme português cinquenta anos mais tarde."


João Bénard da Costa in "Histórias do Cinema"

domingo, 4 de outubro de 2009

Quem Inspirou Quem (5)


A longa carreira de Manoel de Oliveira quase não permitiria falar deste assunto, tantas foram as actrizes que com ele colaboraram.
Mas, entre todas, Leonor Silveira ocupa lugar de destaque, e pode ser considerada como sua fonte de inspiração, pelo menos nos últimos anos.
De facto, desde 1988 até 2006, 12 filmes do Mestre têm a sua marca indelével, começando com “Os Canibais” até “Espelho Mágico”.
Leonor Silveira é uma actriz de tal dimensão que, na minha opinião, bastaria a sua presença, mesmo sem qualquer diálogo, para marcar na tela uma intérprete de excepção, que qualquer realizador gostaria de poder aproveitar.
Oliveira descobriu-a, e não mais parou de a divulgar.




terça-feira, 29 de setembro de 2009

Nonagenários (9)


Virgílio Teixeira foi um caso notável do panorama cinematográfico português.
Muito esquecido nos nossos dias, importa recordar que, para além de uma das figuras mais populares em Portugal, rodou muito mais filmes em Espanha do que no seu país, e mesmo Hollywood chamou-o muitas vezes.
Contracenou com Richard Burton, Rita Hayworth e muitos outros grandes nomes das telas, em Espanha era, indiscutivelmente, cabeça de cartaz, interpretando sempre papéis de galã, muito em voga nas décadas de 40 e 50.
Torna-se conhecido em Portugal em 1945, quando roda “José do Telhado”, e dois anos depois, ao lado de Amália, no célebre “Fado”.
A partir daí, o actor vive mais tempo no estrangeiro, face aos convites que lhe chegavam, tornando-o um dos primeiros actores portugueses ( a par com António Vilar) a criar estatuto de “ídolo” além-fronteiras. E isto não é exagero. Basta ler as críticas espanholas da época.
Virgílio Teixeira nasceu no Funchal, a 26 de Outubro de 1917.
Tem 91 anos.




quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Quem Inspirou Quem (4)


Romy Schneider (1938 – 1982) inspirou muitos realizadores (Visconti e Orson Welles, para citar apenas dois), mas nenhum lhe deu tantos inesquecíveis e importantes papéis como Claude Sautet (1924 – 2000).
Bastará lembrar que dos seus 15 filmes como realizador (tem bastantes mais como argumentista), 6 são protagonizados pela actriz austríaca, e quem não recorda “Les Choses de la Vie” (1970), “Max et les Ferrailleurs” (1971), “Cesar et Rosalie” (1972) ou “Une Histoire Simple” (1978)?
Premiado na Europa, foi ignorado pela “máquina” cinematográfica dos Estados Unidos, e mesmo por cá nunca conseguiu alcandorar-se ao estrelato dos grandes.
Mas Sautet, Romy e Michel Piccoli, formaram uma tripla de respeito nos anos 70.



Locations of visitors to this page