quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

1 ano.

1 ano de “Arte Sétima”.

Escrevi no primeiro dia:

“Blogues sobre cinema há muitos. “Arte Sétima” será mais um, mas diferente. Não quer concorrer com nenhum outro, pelo que se distinguirá nas informações menos conhecidas do público, nas curiosidades, nos bastidores. Homenageará as figuras que mais me influenciaram, que mais admirei, que mais contribuíram para a devoção que tenho pelo Cinema. Perspectivará o que de mais importante irá acontecer, mas não perderá tempo com vidas íntimas de actores e actrizes, “dramas” cor-de-rosa que as revistas noticiam com deleite. Destacará o cinema que se fez em Portugal, os seus protagonistas, quem fez dele alguma coisa. Mãos à obra!”


Obrigado a todos os que, lendo-o e comentando-o, me têm incentivado.
Continuemos!

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Canções no Cinema (3)

Devido à lusa “esperteza saloia”, chamou-se em português “A Primeira Noite”, quando o título original é “The Graduate” (1967).
Para além das fabulosas interpretações de Dustin Hoffman e Anne Bancroft, a música é de Simon & Garfunkel.
E “Mrs.Robinson” tornou-se uma lenda.

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Canções no Cinema (2)

“That’s Amore”, que Dean Martin interpretou em “The Caddy”, em 1953, tornou-se desde logo um êxito.
Nem a “palhaçada” introduzida por Jerry Lewis conseguiu esbater o impacto da canção.

sábado, 5 de janeiro de 2008

Canções no Cinema (1)

Muitas canções fazem hoje parte do nosso imaginário graças ao Cinema.
Outras foram nele interpretadas, tornando-se inolvidáveis e eternas.
É uma “viagem” por algumas dessas melodias que hoje aqui inicio.
Começo com “Granada”, cantada pelo tenor Mario Lanza.
O filme tem por título “Because You’re Mine”, e foi rodado em 1952.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Armstrong e Danny Kaye

Vejam até ao fim.
Parece fácil…mas exige talentos como os destes “monstros sagrados”.
Ver e rever, muitas vezes.

sábado, 29 de dezembro de 2007

Ano Novo com "That's Entertainment"

A todos os que me acompanham neste espaço, desejo um Bom 2008.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Sem vergonha


Parei.
Olhei e senti uma revolta tremenda.
É este o estado a que deixaram chegar o velho “Paris”, há anos abandonado e entregue a si próprio, numa agonia sem fim. E sem vergonha.
Não interessa saber de quem é a responsabilidade.
Para quê?

Quem não preserva a sua memória, seguramente nem pensa.
Que triste espectáculo!
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