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quarta-feira, 10 de outubro de 2007

"Top 20"

A Elizabete, do blogue “Encanto”, passou-me este desafio, que aceito com prazer.
Trata-se de actualizar esta lista de filmes, que quer traduzir os “20 Melhores” de sempre, tarefa ingrata, porque gostos não se discutem.
Cada um dos que colaboram, retiram três filmes e acrescentam outros três.

Retirei:
“Sunrise – A Song of Two Humans (F.W.Murnau) 1927
“Cyrano de Bergerac” (Michael Curtiz) 1942
“Les Uns et Les Autres” (Claude Lelouch) 1981

Acrescentei:
“One Flew Over the Cuckoo’s Nest” (Milos Forman) 1975
“Ben-Hur” (Willyam Wyler) 1959
“Persona” (Ingmar Bergman ) 1966

A lista ficou assim:

Um Corpo que Cai (Alfred Hitchcock) 1958
A Doce Vida ( Frederico Fellini) 1966
O Encouraçado Potekim ( Sergei Eisenstein) 1925
Apocalypse Now - 1979, Francis Ford Coppola
Citizen Kane - 1941, Orson Welles
East of Eden - 1955, Elia Kazan
La vita è Bella (Life is beautiful) - 1997, Roberto Benigni
Modern Times - 1936, Charles Chaplin
The Name of the Rose - 1986, Jean-Jacques Annaud
O Pianista - 2002, Roman Polanski
The Bridge on The River Kway - 1957, David Lean
The Deer Hunter - 1978, Michael Cimino
The Schindler’s List (A Lista de Schindler) - 1993, Steven Spielberg
Unforgiven - 1992, Clint Eastwood
The Godfather Trilogy (1972, 1974, 1990) - Francis Ford Coppola
Amadeus - 1984, Milos Forman
One Flew Over the Cuckoo’s Nest – 1975 Milos Forman
Casablanca - 1942, Michael Curtiz
Ben-Hur – 1959, William Wyler
Persona – 1966, Ingmar Bergman

Passo agora este desafio a Rui Luís Lima, do blogue “Paixões & Desejos”, a quem solicito que depois de actualizar a lista, a passe a outra pessoa.

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

"Cinecittà"

Mussolini não gostava de cinema.
Para ele, havia duas espécies de filmes: “aqueles que o público pergunta como vão acabar e aqueles em que pergunta quando vão acabar”.
Ou seja…ditador e “inteligente”…

Apesar disso, é ele quem coloca a primeira pedra dos futuros estúdios da “Cinecittà”, local mítico de onde sairão autênticas relíquias do Cinema, e será ele a inaugurá-los em 1937.
Quando a guerra acaba, os estúdios assumem a sua importância.
Sabiam, por exemplo, que o célebre “Quo Vadis?” foi lá rodado?
Mas são os grandes realizadores italianos que vão marcar a Cinnecità. De Sica, Rossellini e sobretudo Fellini. Os grandes filmes destes Mestres foram feitos lá, a apenas 9 quilómetros de Roma.
Fellini considerava mesmo que aquela era a sua segunda casa.

Depois, com o desaparecimento destas grandes figuras, a Cinecittà perdeu igualmente muito do seu esplendor.
Há semanas, um fogo transformou em cinzas uma boa parte dos estúdios.

Esperamos que a Itália democrática tenha o bom-senso de imitar, nesse aspecto, o ditador, e reconstrua o “templo”.
Exige-o a memória do Cinema.
E a nossa.

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Desafio rápido

O Luis Alves, do "Grandes Planos" lançou-me este desafio, que achei curioso.
Por isso, aqui tem a minha resposta:

1) Pegar no livro mais próximo: “Século Passado”
2) Abri-lo na página 161: done!
3) Procurar a 5ª frase completa: "Mas pronto, José Alberto Carvalho disse “ressuscitação” e disse-o numa quinta-feira Santa.”
4) Colocar a frase no Blog: Colocada.
5) Não escolher a melhor frase nem o melhor livro (usar o mais próximo): Foi o que fiz.
6) Passar o desafio a 5 pessoas:

dadomoura – “Comportamento”

dyna – “Estorias da carochinha”

Ana Haderer – “Tinta Permanente”

Elisabete – “encanto”

Carlos Pereira – “The Last Chapter”

sexta-feira, 29 de junho de 2007

Top Ten

O Instituto do Cinema Americano acaba de publicar a “sua” lista dos melhores filmes de sempre deste país.
Sabemos que, muitas vezes, a elaboração deste tipo de classificações obedece a critérios que pouco têm a ver com a real qualidade das películas…
Mas que a instituição nos merece alguma credibilidade, isso é inquestionável.
Quem encabeça a lista? Exactamente, “Citizen Kane”, seguindo-se “The Godfather” e “Casablanca” no terceiro lugar.
Digamos que, no pódio, com direito a “medalhas”, nada de extraordinariamente discutível.
Em quarto, “Raging Bull” de Scorsese, “Singing in the Rain” em quinto, em sexto “Gone With the Wind”, em sétimo “Lawrence of Arabia”, “Schindler’s List” em oitavo, “Vertigo” em nono e a lista dos dez primeiros conclui-se com “The Wizard of Oz”.

Eu respeito muito as opiniões dos outros.
Mas onde é que eles puseram “How Green Was My Valley”, por exemplo?
E não vou citar mais alguns para não ser injusto para outros tantos.
É que nisto do Cinema, como em tudo na vida, há gostos para tudo.

sexta-feira, 1 de junho de 2007

"Casei Com Uma Feiticeira"


Agora que as gerações mais novas descobriram “Casei Com Uma Feiticeira” de Nicole Kidman, gostaria de recordar a série dos anos 60 e 70 da televisão.
Era divertidíssimo ver Elizabeth Montgomery a torcer o nariz ( não era o nariz mas o lábio superior) e a espantar, com as suas “feitiçarias” o pobre do marido, perante o olhar cúmplice da mãe, também ela “feiticeira”.
Elizabeth Montgomery (1933-1995) teve, na série, o papel que a tirou do anonimato de Hollywood. Nunca teve grandes interpretações, nem grandes filmes, mas neste papel alcançou a fama.
Mais discreto que ela, Dick York (1928-1992) era a “vítima” dos acontecimentos inexplicáveis que aconteciam naquela casa.
Agnes Moorehead era a mãe. E esta sim, já era uma notável actriz. Lembram-se dela em “Citizen Kane”?

sábado, 12 de maio de 2007

"Hong Kong"


Talvez ainda muitos recordem uma série de televisão dos primeiros anos da década de 60, chamada “Hong Kong”. Era das minhas preferidas, razão pela qual nunca mais esqueci, e tenho pena, que neste revivalismo a que assistimos de edição em dvd de tudo o que foi série televisiva, ninguém se tenha ainda lembrado dela.
Rod Taylor era o protagonista, um agente americano que resolvia os casos mais complicados de espionagem e não só, em Hong Kong.
Fazia-se transportar num descapotável, sempre rodeado de “belezas” orientais, sendo uma espécie de precursor de “O Santo” que, anos mais tarde, Roger Moore elevaria ao estrelato.
Eu tinha 7 ou 8 anos, e lembro-me de discutir com os meus amigos do colégio (que saudades, Externato Nossa Senhora da Estrela!) as peripécias vistas no episódio da véspera.
Rod Taylor ainda não tinha sido escolhido por Hitchcock para fazer companhia a Tippi Hedren no celebérrimo “Os Pássaros” (1963), e foi seguramente o êxito desta série que catapultou o actor para este filme, definitivamente o melhor que protagonizou. Toda a sua carreira posterior não esteve ao nível do trabalho que fez com o grande Mestre do policial.
“Hong Kong”.
Alguém se lembra?

quinta-feira, 10 de maio de 2007

"Thinking blogger AWARD"



Paula e Rui Lima, que diariamente nos dão o prazer de ler o seu “Paixões e Desejos” (http://paixoesedesejos.blogspot.com), tiveram a amabilidade, que agradeço, de nomear o “Arte Sétima” como um “thinking blog”.
Eles merecem bem mais do que eu, e só não os vou nomear porque pareceria “troca de galhardetes”, e creio não ser bem esta a intenção da iniciativa.

Assim, passo a nomear os blogues que me fazem pensar, e que de alguma maneira contribuem para a minha vontade de enfrentar este quotidiano tão repleto de mediocridade.

http://nastintasparaasregras.blogspot.com
(Teresamaremar “abre” a janela da Pintura, com classe e simplicidade)

http://cinemanotebook.blogspot.com
(Visita diária, que não dispenso, ao mundo do cinema, que Knoxville conhece bem)

http://contemporaneas.blogspot.com
(Um dos melhores blogues sobre crítica musical)

http://dolugardemim.blogspot.com
(Uma pausa no bulício)

http://elisabetecunha.wordpress.com
(Do Brasil, um excelente blogue)

Mais haveria para nomear.
Mas como só são 5, estes sem dúvida.

domingo, 18 de março de 2007

Bonanza


Permitam-me que, num blogue sobre Cinema, “intrometa” uma série televisiva.
Pois é, a minha geração tinha nestes 4 homens os seus heróis preferidos.
Aos sábados à noite, na velhinha televisão a preto e branco, Bonanza era o melhor do fim-de-semana.
Lorne Greene (o Pai), Pernell Roberts (Adam), Dan Bloker (Hoss) e Michael London (Little Joe) faziam as delícias de miúdos e não só, reinando na “Ponderosa”, onde os maus acabavam sempre a perder. A família "Cartwright".
Apenas Pernell Roberts é vivo, e todos eles encontraram na série, o seu maior sucesso.
Não seriam “gigantes” do écran, mas o que é certo, é que passados quase 50 anos, são lembrados como tendo feito a melhor série de “western” que a televisão alguma vez emitiu.
Ainda há pouco tempo, nos Estados Unidos, vi em todas as grandes discotecas, dvds com muitos episódios. Sinal de que o tempo passa, mas a memória não esqueceu os quatro justiceiros, amigos da família e exemplos de bons filhos. No fundo, a “moral” que os americanos sempre gostaram de passar para dentro e fora das suas fronteiras.
Bonanza!
Que saudades!

segunda-feira, 12 de março de 2007

John Barry


O pai era o dono dos cinemas da cidade onde nasceu em Inglaterra, e desde muito novo John Barry passou a ser o projeccionista, iniciando-se assim o seu contacto com o apaixonante mundo da Sétima Arte. Em paralelo, e sozinho, aprendera a tocar trompete e piano, o que lhe permitiu começar a tocar num conjunto de jazz. Estávamos nos anos 50.
Em 55 criou o seu próprio grupo, o “John Barry Seven”, grupo que seria convidado para um programa da BBC. Sucesso estrondoso, que o catapulta para a sua primeira experiência como autor da música de um filme, em 1960. Chamava-se “Beat Girl”.
E a consagração chega quando compõe as bandas sonoras de vários “007”, com Sean Connery e Roger Moore como protagonistas. Shirley Bassey, então no auge da sua carreira, dá-lhe ainda mais popularidade na celebra canção “Goldfinger”.
Seria fastidioso e difícil enumerar tantos e tantos êxitos.
Lembram-se de “África Minha”? “Danças com Lobos”? Apenas dois.
Quatro Oscares ganhos: “Uma Leoa chamada Elsa” (1966), “O Leão no Inverno” (1969), “África Minha” (1985) e “Danças com Lobos” (1990).
Está praticamente retirado do cinema, ouve música clássica (Mahler é o favorito) e música celta.
John Barry.
De antologia!

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007

A "praga"


Entramos numa sala de cinema, pequena ou grande, pouco importa, e ficamos logo enjoados pelo nauseabundo cheiro.
No chão, a caminho do nosso bem pago lugar, não raro encontramos vestígios mortais.
A praga!
Pipocas!
Com ou sem sal, com ou sem açúcar, em pacotes pequenos, médios ou grandes, consoante o maior ou menor devorador apetite de quem pensa que vai a um restaurante e não a um cinema…
E como aquilo “embatuca”, faz-se acompanhar de uma pequena, média ou grande quantidade de cola, para ajudar à digestão.
O ruído da mastigação passa quase despercebido se o filme for uma comédia, e é tremendo se o “suspense” imperar. Imperar…é um modo de dizer, pois os ruminantes espectadores, que depois limpam as mãos gordurosas às próprias cadeiras, não deixam.
Até quando??

terça-feira, 16 de janeiro de 2007

Apresentação

Blogues sobre cinema há muitos.
“Arte Sétima” será mais um, mas diferente.
Não quer concorrer com nenhum outro, pelo que se distinguirá nas informações menos conhecidas do público, nas curiosidades, nos bastidores.
Homenageará as figuras que mais me influenciaram, que mais admirei, que mais contribuíram para a devoção que tenho pelo Cinema.
Perspectivará o que de mais importante irá acontecer, mas não perderá tempo com vidas íntimas de actores e actrizes, “dramas” cor-de-rosa que as revistas noticiam com deleite.
Destacará o cinema que se fez em Portugal, os seus protagonistas, quem fez dele alguma coisa.
Mãos à obra !
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