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segunda-feira, 7 de abril de 2008

Charlton Heston (1924 - 2008)


"O problema dos filmes como negócio é que são arte, e o problema dos filmes como arte é que são negócio".


"Podemos passar toda uma vida, mas se formos honestos connosco, nunca o nosso trabalho foi perfeito".


"A minha vida foi uma longa corrida. Amei cada minuto".

sexta-feira, 21 de março de 2008

Paul Scofield


“Numa altura em que a vacuidade das “estrelas” ganha terreno à verdade dos intérpretes, a morte de Scofield faz com que a palavra “actor” recupere o seu sentido autêntico”.
Foi com estas palavras que o jornal “El Pais” anunciava a morte deste grande actor.
Palavras certas, nem sempre lembradas aquando da construção artificial de mitos, fugazes como cometas, episódios mal sustentados de fama fabricada, marketing de gestão de carreiras pouco atento à qualidade.
Scofield era de um outro tempo.
De rigor, de trabalho, de seriedade.
Apenas “Um Homem para a Eternidade”.

sábado, 8 de março de 2008

Genial

Chaplin em mais um rasgo de génio. Ao som de Brahms.

segunda-feira, 3 de março de 2008

Max Von Sydow


Quando pensamos em Ingmar Bergman, é muito difícil não associar de imediato o grande actor Max Von Sydow (n. 1929), que com ele trabalhou durante décadas, assinando papéis verdadeiramente inesquecíveis.
Natural de Lund, no sul da Suécia, formou com um grupo de estudantes amigos um grupo de teatro, primeiro passo para a sua ida para Estocolmo, onde frequentou aEscola Real de Drama, e onde encontrou, entre muitos outros, Ingrid Thulin e Lars Ekborg.
É em Malmo que conhece Bergman, em 1955. E começa aí uma relação de trabalho que passa por filmes como “O Sétimo Selo”, “Morangos Silvestres”, “Jardim do Prazer”, entre muitos outros.
Nos anos 60 vai viver para os Estados Unidos, onde a sua carreira se desenvolve, em inúmeras representações.


É hoje um dos mais respeitados e conceituados actores, tendo estado recentemente em Portugal, no “Fantasporto”.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Richard Widmark



Richard Widmark nunca foi uma “estrela”, ou pelo menos, como tal considerado, mas ao longo da sua extensa carreira provou que nem sempre as grandes interpretações são exclusivas das grandes vedetas.
Nascido em 1914, estreia-se no cinema em 1947 com “Kiss of Death”. O sucesso foi tal que a “20th Century Fox” contratou-o de imediato, para além de ter sido nomeado para o Oscar de Melhor Actor Secundário. O que, para um estreante, não estava nada mal…
Ao longo de décadas, Widmark seria presença constante nos cartazes, destacando-se a sua participação em filmes como “Panic in the Streets”, “O.Henry’s Full House”, “The Alamo”, “Judgment at Nuremberg”e “How the West was Won”, para citar apenas algumas das mais de sessenta películas em que participou.
Actor “consistente”, Richard Widmark é um dos “ícones” do western, mas tem papéis memoráveis fora dele.
Aqui o temos no seu primeiro filme, “Kiss of Death”.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Fernando Fernan Gomez



Sempre o considerei um grande actor.
Não por ser velho, porque a idade não retrata talento onde ele não existe.
Mas Fernando Fernan Gomes (1921 – 2007), que morreu há poucas semanas, era de uma versatilidade espantosa, um artista na verdadeira acepção da palavra. E para além de actor, foi também realizador e escritor.
Desde os anos 40 até este ano, rodou mais de uma centena de filmes, deixando para a posteridade a sua marca, a sua qualidade, a sua categoria.
Trabalhou com todos os grandes realizadores espanhóis, escreveu novelas, memórias, peças de teatro, livros para crianças.
Através do magnífico “site” do “El Pais”, tive oportunidade de ver um pequeno filme sobre o seu velório, e não me surpreendeu que a urna tivesse sido colocada num palco. Num teatro. E que as pessoas que por lá passaram, e foram milhares, se sentassem em cadeiras também no palco.
Um grande Senhor.

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Trevor Howard


Foi um actor de primeiro plano, mas nunca foi uma "estrela".
Talvez porque a sua paixão por Shakespeare o tenha levado a permanecer nos teatros londrinos, e a recusar um contrato fabuloso que Hollywood lhe propôs.
Sóbrio, compôs as suas personagens com rigor e profissionalismo, e deixou-nos interpretações seguras, algumas mesmo brilhantes.
Trevor Howard (1913 – 1988) combateu na II Guerra Mundial, onde foi seriamente ferido. Quando recupera, começa verdadeiramente a sua carreira, na qual destaco filmes como “The Ryan’s Daughter”, “Triple Cross”, “Von Ryan’s Express” e “Ghandi”, marcados definitivamente pelo seu talento.
Foi um dos protagonistas de “Os Amantes do Tejo”, ao lado de Daniel Gélin e Amália, filme inteiramente rodado em Lisboa, e de que já falei neste blogue.

“They deserve what they get when they give a ham actor, a petulant child, complete control of an expensive picture.”, disse um dia. E como tinha razão…

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Dirk Bogarde


O pai era o editor de cultura do “The Times” e a mãe era actriz.
Capitão do exército inglês na segunda Guerra Mundial, foi um dos oficiais que desmantelou a rede de campos de concentração de Hitler, experiência que o traumatizou de tal maneira, que durante muitos anos, não quis pronunciar-se sobre o que vira.
Dirk Bogarde (1921 – 1999) participou em cerca de 70 filmes, sempre brilhante, em personagens nem sempre fáceis, mesmo para os grandes actores.
Destaque, entre outros, para “The Servant”, “Death in Venice”, e “The Night Porter”.
Interpretações inesquecíveis.
Não foi um actor popular, mas talvez nunca se tenha preocupado muito com isso.
Nem sempre a popularidade é sinónimo de qualidade.

domingo, 18 de novembro de 2007

Errol Flynn

É o herói da “capa e espada”.
O eterno “Robin Hood”.
O “Gavião dos Mares”.

Errol Flynn (1909 – 1959).

A sua vida é um manancial de intensas e delirantes paixões, de boémia, de dezenas de filmes, de dinheiro e de alguma extravagância.
Na verdade, este actor australiano, de porte atlético e um enorme poder de sedução, granjeou uma invulgar popularidade, que o projectou para os mais altos salários pagos na Hollywood de então.
Os seus filmes, quando vistos hoje em dia, parecem-nos, e são, “datados”, mas não deixam de ser um entretenimento fantástico.

Apenas uma curiosidade: quando foi sepultado, e por vontade do seu grupo de amigos mais chegado, meteram 6 garrafas de whisky no caixão, que assim desceu à terra.

É verdade.


sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Cantinflas



Não era um “grande” actor.
Os filmes que protagonizou estão hoje nos baús do esquecimento.
“Datados”, são simples histórias, para crianças hoje adultas, que as viram há muitos anos, nos cinemas deste país.
Cantinflas, de seu nome Mario Moreno (1911 – 1993), é um personagem humilde, pobre, sempre amigo do próximo, bem intencionado e honesto.
No fundo, o México aproveitou-o para também se promover internacionalmente, tendo Charlie Chaplin dado uma boa ajuda quando classificou Cantinflas “o melhor comediante do mundo”, frase que me parece exageradíssima…

Em miúdo, vi muitos dos seus filmes.
E tenho saudades.

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Gene Kelly

Sabemos que o “muito bom” é diferente do “excepcional”, e quando coexistem, o primeiro fica sempre relegado para um plano secundário.
Gene Kelly era “muito bom”, mas Fred Astaire era “excepcional”. E assim, esquecemo-nos muitas vezes do talento amplamente demonstrado, em filmes inesquecíveis, por esse grande actor, bailarino, cantor, realizador e coreógrafo.
Gene Kelly (1912 – 1996) foi tudo isso, e em todos esses aspectos foi brilhante.
Evidentemente que aproveitou a época áurea dos musicais, mas pergunta-se se esse tipo de filmes teria existido sem talentos como o dele.
Participou em mais de 40 filmes, alguns dos quais sucessos de sempre, como “Singing in the Rain”, “An American in Paris” e “Brigadoon”.
Apenas uma vez nomeado pela Academia para Oscar de melhor actor, Kelly impôs-se tranquilamente sem necessitar das estatuetas.
Gene Kelly.
Uma “lenda”.


sexta-feira, 12 de outubro de 2007

John Gielgud


Perante a sua figura, a sua arte de representar, o seu porte, a sua distinção, que saltavam para a tela de uma forma absolutamente fantástica, fazia-se um silêncio de admiração, de respeito, de homenagem.
John Gielgud (1904 – 2000) foi um dos grandes actores ingleses, de uma geração de ouro, que saiu dos teatros londrinos para o Cinema, encantando com a sua classe as plateias mundiais.
Desde os anos 30 até à sua morte, o actor nunca parou, com uma importância extraordinária no teatro inglês, ele que é considerado um dos maiores intérpretes de Shakespeare, e deixando papéis inesquecíveis no Cinema. E no entanto, a “pobre” Academia de Hollywood apenas uma vez (!) lhe deu um Oscar, e como actor secundário. Triste “cartão de visita” para uma instituição…

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Burt Lancaster


“Tipo ideal para papéis de gangster ou de pirata que não pedissem muitos miolos e ainda menos corações. O segundo balcão do Éden logo lhe aportuguesou o nome: Bruto Lencastre. Bruto era merecido, Lencastre muita ignorância. Bruto Macário ou Bruto Arlindo convinham mais ao homem, não desfazendo.”

Assim se refere João Bénard da Costa a Burt Lancaster (1913 – 1994)
Não resisti a começar assim estas linhas sobre o actor.

Porque na verdade, devido ao seu aspecto físico, e aos papéis com que iniciou a sua carreira no Cinema, ninguém imaginaria que este antigo trapezista, criado nas ruas da Nova York mais miserável, seja hoje consensualmente visto como um dos grandes actores dos Estados Unidos.
Ele é “O Leopardo”, para todos os apaixonados da Sétima Arte.
Mas convém não esquecer, entre muitos outros, “From Here to Eternity”, “The Birdman from Alcatraz”, “Elmer Gantry” ou “Judgment at Nuremberg”.
Quatro vezes nomeado para Melhor Actor, venceu o Oscar em 1961 com “Elmer Gantry”, e contracenou com todas as grandes actrizes do seu tempo, como Jean Simmons, Claudia Cardinale, Gina Lollobrigida, Deborah Kerr e Barbara Stanwick, lembrando apenas algumas.

O “Bruto Lencastre” dos tempos iniciais deu lugar a um excelente actor, que perdurará na memória de todos.

sábado, 29 de setembro de 2007

Gary Cooper

Para o público de hoje, o seu nome pouco dirá.
Mas Gary Cooper (1901-1961) foi uma das grandes estrelas de Hollywood, com uma carreira que durou cerca de 40 anos, vencedor por duas vezes do Oscar de melhor actor e cinco nomeações, 100 filmes rodados.
Todos o conheciam por “Coop”, e o seu primeiro grande sucesso é “The Virginian” em 1929. Outros filmes memoráveis são o seu “A Farewell to Arms” em 1932, e “Mr.Deeds Goes to Town” em 36.
Poucos sabem que Gary Cooper foi o actor escolhido para interpretar Rhett Butler em “E Tudo o Vento Levou”. Depois de estudar o guião, Cooper rejeitou o convite, dizendo: “Vai ser o maior desastre comercial a que Hollywood já assistiu”.
Enganou-se.
E esperaria até 1952, ano de “High Noon”, para ver consagrada a sua carreira. Neste filme, incrivelmente traduzido para português como “O Comboio Apitou Três Vezes”, Gary Cooper tem o papel da sua vida.

Um grande actor.


quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Mastroianni



Marcello Mastroianni (1924-1996) começou por ser um caso de sucesso em Itália, e depois por toda a Europa. E para isso muito contribuiu “La Dolce Vita”, que Fellini roda em 1960.
As palavras seguintes são do próprio realizador:
“ “La Dolce Vita” foi a primeira película em que trabalhei com Mastroianni. Recordo-me de lhe dizer: Chamei-te porque precisava de um sujeito normal, sem personalidade, sem expressão, banal, como tu. Não lhe disse isto com má intenção. Não quis ofendê-lo…ele representa também o tipo de homem ideal. É o homem que todas as mulheres desejariam”.
O que Fellini não disse, é que Mastroianni provinha da “escola do teatro”, onde durante anos trabalhara com Visconti. E que no cinema, onde se estreou em 1947, contracenou, entre outros, com Silvana Mangano, Lollobrigida, Vittorio Gassman e Giulietta Masina. Isto é, Mastroianni teve, desde o início, excelentes parceiros, com quem muito foi aprendendo, desde os grandes realizadores italianos, a todos os grandes actores e actrizes seus contemporâneos.
Ele próprio, um dos maiores de sempre.
Participou em 143 filmes, número impressionante, mesmo numa longa carreira.
Destacar este ou aquele, parece-me desnecessário. Seriam dezenas a merecê-lo.
Morreu em Paris, e quando o corpo foi trasladado para Roma, onde esteve em câmara-ardente no Capitólio, houve uma senhora que o velou toda a noite, e quase sempre sem se sentar. Seu nome, Sophia Loren.
E Dino Risi, um dos realizadores que o dirigiu, afirmou:
“Apagou-se o coração do cinema italiano. A sua alma mais bela”.

Marcello Mastroianni.
Uma lenda.

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

João Villaret

João Villaret.
A maior parte dos que dele se recordam, elegem-no como o maior declamador português. Na minha opinião encabeça um trio constituído por ele, Mário Viegas e Manuel Lereno.
Mas os filmes que interpretou são testemunho de que o seu talento não se confinava à poesia, que disse, repito, como ninguém.
Nasceu em 1913, em Lisboa, e dedicou toda a sua vida ao espectáculo. Integrou desde novo a célebre Companhia Amélia Rey Colaço – Robles Monteiro e depois nos “Comediantes de Lisboa”.
No cinema participou em apenas seis filmes, entre os quais “Frei Luís de Sousa”, “Inês de Castro”, “Camões”, e “O Primo Basílio”. No “Pai Tirano” faz um pequeno papel como mudo, de antologia.
A maior popularidade chega com a televisão, nos anos 50. Aí deu a conhecer ao grande público muitos escritores portugueses, entre os quais Pessoa, de quem tinha sido amigo pessoal, Régio, Botto.
Faleceu em 1961.
Villaret.
Um enorme talento.

domingo, 29 de julho de 2007

Lee Marvin


A sua voz grave, e o aspecto duro, proporcionaram-lhe inúmeros papéis de vilão ao longo da sua carreira.
Nascido em 1924, Lee Marvin foi expulso de várias escolas por mau comportamento, saindo da última para a Marinha americana. Ferido na II Guerra Mundial, Marvin foi condecorado pela bravura demonstrada, enquanto muitos dos seus camaradas morreram nessa batalha.
Apesar de herói, conseguiu apenas um emprego como canalizador, e um dia, ao consertar um cano de um teatro, o “manager” que havia falado com ele, ao reparar na sua voz, convidou-o para substituir um actor que fazia um secundaríssimo papel.
E assim começou uma carreira que o levaria a Oscar da Academia.
“Cat Ballou”, “Ship of Fools”, “The Dirty Dozen”, “Paint your Wagon”, “The Klansman” e “Gorky Park” são apenas alguns dos seus grandes êxitos.
Morreu em 1987.

quarta-feira, 25 de julho de 2007

Morgan Freeman


O pai era barbeiro e a mãe empregada de limpeza.
Nascido em 1937, aos 8 anos integra uma peça de teatro na escola, aos 12 ganha um prémio de interpretação. Quando completou 18 anos ganhou uma bolsa de estudo , mas preferiu servir a Força Aérea dos Estados Unidos, como mecânico.
Mas o “bichinho” estava lá…e ei-lo em 1964, em Nova York, como bailarino, e poucos anos depois estreia-se no cinema, já a residir em Los Angeles.
E, como é sabido, nunca mais parou.
Os sucessos são tantos…vou apenas lembrar “Driving Miss Daisy”, “The Shawshank Redemption”, “Glory”, “Seven”, “Robin Hood, Prince of Thieves”, e muitos mais.
Morgan Freeman é um dos mais conceituados actores norte-americanos, e as suas interpretações são e serão inesquecíveis.

domingo, 22 de julho de 2007

Yul Brynner


“O Rei e Eu”.
Bastaria este filme para eternizar este actor.
Mas Yul Brynner interpretou também “Os Sete Magníficos”, “Os Irmãos Karamazov”, “Anastasia”, “Taras Bulba”, “Os Dez Mandamentos” e muitos outros grandes sucessos.
A cabeça rapada era a sua “marca”, hoje banal, mas na época absolutamente inédito.
Yuliy Borisovich Brynner, seu verdadeiro nome, começou por cantar em cabarés de Paris, onde durante a Grande Guerra foi locutor de uma cadeia de rádio americana que fazia a propaganda dos aliados.
Para além de cantor, Brynner era um excelente fotógrafo, e existem dois livros publicados com os seus trabalhos.
Mas “O Rei e Eu”, e o seu Rei de Sião, catapultaram-no para a fama. No teatro, interpretou o papel mais de quatro mil vezes, e ganhou o Oscar de melhor actor com o filme.
Morreu em 1985, no mesmo dia de Orson Welles.
Ou seja, um dia desastroso para a Sétima Arte.

quinta-feira, 12 de julho de 2007

George C. Scott


Como já escrevi a outro propósito, há actores que ficam célebres por este ou aquele papel. Podem depois rodar dezenas de filmes, mas aquele ficará sempre a sua imagem “de marca”.
No caso de George C. Scott (1927-1999), temos “Patton”, com o qual venceu o Oscar de Melhor Actor em 1970.
Quem vê este filme, não mais o olvidará.
E até nos esquecemos das suas magistrais interpretações em “Dr.Strangelove”, “Islands in the Stream”, e “The Formula”, para citar apenas três dos cerca de 40 filmes em que participou.
As personagens que interpretou são fortes, duras e inteligentes. Como ele.
Sabem quem era a sua actriz preferida? Bette Davis.
E o “C” no seu nome é a inicial de “Campbell”.
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